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A Primeira impressão é a que fica?

Especialista dá dicas de como se preparar para um processo seletivo

Você foi convidado para participar de um processo seletivo? Como se preparar para a entrevista? Alguns pontos devem ser observados para que chamar a atenção do avaliador e ser o escolhido para a vaga.

Sabe aquela frase: ‘a primeira impressão é a que fica’? 

Para conseguir um emprego, ela vale muito. Seja para trabalhar no escritório ou direto com o cliente, o currículo é fundamental.  Você sabe fazer um?


A Narita é gerente de Recursos Humanos de uma rede multinacional de cafeterias e explica que não adianta usar o mesmo currículo para todos os cargos.

“Você é uma pessoa da área de compras, você não vai ter um currículo de comprador. Você vai ter um currículo de coordenador de compras, da área de supply… Você vai ter vários currículos que abordam aquela experiência de maneiras diferentes. Se você tem um currículo generalista, você vai concorrer a vagas generalistas e com pessoas generalistas”, explica Narita Oliveira, gerente de RH da Starbucks Brasil.

Ter experiência na função abre portas e na maior parte dos casos garante o convite para o processo seletivo.  Mas para se destacar entre os candidatos é fundamental mostrar que conhece a empresa e que tem o perfil do profissional que ela procura.

Por isso cuidado. A roupa que vai usar na entrevista também é avaliada.

“Faz sentido ir para uma entrevista de gerente de loja de terno e gravata? Não precisa. E aí para as mulheres, o mínimo faz. Vai vem vestida, não vai de decote, não vai de roupa curta. Essas coisas que parecem que são simples ainda tem pessoas que não conseguem se adaptar”, diz Narita.

E durante a conversa a sinceridade é fundamental mesmo quando a pergunta não é tão agradável.

Em uma multinacional do setor de alimentos e bebidas, o candidato à vaga deve passar por pelo menos cinco etapas antes da contratação. Entre elas análise de currículo, conversa por telefone e entrevistas com gestores. A gerente Juliana explica que todos os detalhes são levados em conta.

“O corpo fala. Então, a postura na entrevista, a forma como senta, a forma como se comunica, a firmeza no discurso e o contato visual são muito importantes”, alerta Juliana Ventura, gerente de atração de talentos da PepsiCo Brasil.

Não tem jeito. A melhor forma de controlar o nervosismo é se preparar.

“Eu acho que trazer esse repertório bem alinhado com o currículo e conhecer muito bem a empresa e a posição para a qual ele está aplicando. Isso é muito importante. Trazer essa segurança no discurso. A gente vai observar isso com olhos de lince, eu diria”, comenta Juliana.

Em um processo seletivo, quem está na disputa por uma vaga se preocupa muito com as perguntas que serão feitas pelo entrevistador. Mas o candidato também precisa fazer perguntas, para saber se aquela empresa preenche os requisitos e se enquadra no perfil do emprego desejado.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/conta-corrente/platb/2014/09/22/especialista-da-dicas-de-como-se-preparar-para-um-processo-seletivo/

Coluna Profissão e Carreira: Planos de Endomarketing

Edição nº 10
Por Fernanda Ferreira*

O setor de Recursos Humanos vem aperfeiçoando ações para reter seus talentos, por essa razão além do salário em si cresce a demanda por benefícios reais disponibilizados conforme a análise de interesses dos colaboradores da empresa.

É natural que o profissional que compreende seu papel no mundo empresarial e sua importância, valorize planos que o motivem e benefícios que de fato agreguem valor ao seu salário.

Pensando nesse ponto o gestor de RH precisa realizar pesquisas de clima e feedback, para avaliar quais necessidades do seu público alvo, nesse caso os colaboradores, possuem para determinar o que será oferecido, além do salário e plano de carreira.

Já é sabido que plano de carreira real, subsidiar cursos e faculdades, plano de saúde, vale refeição tornaram-se vantagens essenciais quase que obrigatórias a serem fornecidas pelas empresas, assim como é o inglês para qualquer trabalhador hoje, ou seja básico e fundamental.

O bônus disponibilizado pela UNQE neste blog traz cases reais e atuais de como as empresas tem se empenhado para motivar seus funcionários, incluindo visitas monitoradas de familiares dos colaboradores as suas dependências, cursos para filhos dos empregados, festas de debutantes, eventos românticos para clientes e assim por diante.

O lema hoje é reter talentos e para isso é necessário fornecer e criar sistemas que atendam e superem as expectativas de seus colaboradores.

Aguardem novas dicas, obrigada e até semana que vem.         
Sugestões e críticas contato@unqe.com.br
www.unqe.com.br              11 3684-1645
*Fernanda Ferreira é advogada, diretora e professora na UNQE. 

Coluna Profissão e Carreira: Dinâmicas de Grupo



Edição nº 09

* Por Fernanda Ferreira

Hoje falaremos sobre dinâmicas de grupo, fase fundamental num processo seletivo haja vista que avalia traços da personalidade do candidato, observando se as características apresentadas durante a entrevista são reais ou apenas ensaiadas para conquistar a vaga.

Notem que o objetivo das dinâmicas é verificar seu relacionamento interpessoal e intrapessoal.

O relacionamento interpessoal avalia a maneira como o candidato se comporta com as demais pessoas, se possui flexibilidade, disponibilidade para ajudar, liderança...

Já o relacionamento intrapessoal é aquele direcionado a relação interna do candidato, ou seja, como ele reage com suas frustrações, vitórias e questões pessoais.

O selecionador ficará atento a postura corporal, a maneira de interação, a forma de defesa de seu ponto de vista e a coerência entre o que foi dito nas etapas anteriores e o que será realizado.

A aversão que algumas pessoas criaram por dinâmicas de grupo vem justamente pela falta de preparo e banalização que alguns selecionadores demonstraram ao aplicá-las.

Trata-se de uma das melhores ferramentas utilizadas numa seleção, haja vista que expõe o candidato a situações inusitadas e aparentemente despretensiosas, contudo nesse momento observa-se o concorrente sem máscaras.

A principal dica UNQE para os candidatos é que procurem ser autenticos, demonstrem disposição e vontade de colaborar.

Procurem identificar os objetivos da dinâmica e a relação dela com o cargo almejado, dessa forma ficará mais fácil visualizar as características esperadas.

Aguardem novas dicas, obrigada e até semana que vem.         
Mais conteúdo na semana que vem, até lá.
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*Fernanda Ferreira é advogada, diretora e professora na UNQE.

Posso fazer perguntas ao selecionador?

Sim, deve. O processo seletivo é tão importante para a empresa quanto para o candidato, afinal estamos falando da sua carreira profissional.

Observe que ao mesmo tempo em que a companhia precisa encontrar o profissional adequado que se encaixe no perfil pré determinado, o candidato também esta prestes a dedicar seu tempo e empenhar seus conhecimentos em atividades que tomarão grande parte do seu dia, mês e ano.

Vale então perguntar, argumentar e demonstrar seu real interesse naquela empresa, naquela vaga.

Separamos algumas dicas maravilhosas para facilitar no seu questionamento durante a entrevista de emprego.

Lembrando sempre que sua preparação começa ao verificar qual é o perfil de empresa que esta visitando, veja a VISÃO, MISSÃO E VALORES dessas empresas e boa sorte.

Trecho extraído do blog do programa conta corrente, globo news:

Confira as perguntas que precisam ser feitas:

1ª. O que a empresa espera do colaborador?
Com a resposta, o candidato saberá se tem ou não as habilidades necessárias para o preenchimento da vaga em disputa.

2ª Quais as qualidades valorizadas pela empresa?
Com essa informação, você vai saber se a mentalidade e as normas que orientam o comportamento na empresa estão alinhadas com o seu pensamento e estilo de vida.

3ª Quais as características valorizadas pela empresa?
A pontualidade ou flexibilidade no trabalho podem ser importantes para a empresa, mas não para você.

4ª Qual o pacote de remuneração e os critérios para premiações?
A informação é importante para você não se decepcionar depois da contratação.

5ª Obtenha um histórico da liderança.
É importante perguntar quem são os futuros chefes e conhecer o comportamento desses líderes.


COWORKING

UNQE Explica: 

COWORKING uma variação do home office, haja vista que não é realizado na residência do colaborador e sim em espaços compartilhados fora da sede da empresa.

Coluna Profissão e Carreira: Entrevista para Emprego II






Edição nº 07

*Fernanda Ferreira



ENTREVISTA PARA EMPREGO PARTE II

Hoje trabalharemos um pouco da prática em entrevistas:

Notem que não existem necessariamente respostas prontas, o que se almeja durante a entrevista é avaliar o seu grau de comunicação do candidato.

É, o selecionador quer verificar se você possui:
  • Eloquência, 
  • Agilidade no raciocínio, 
  • Dinamicidade,
  • Concordância verbal e nominal,
  • Sinônimos,
  • Coerência...
Enfim, o objetivo é sua comunicação como um todo, então foco na maneira como se expressa.
  • Tom de voz - seja audível para os selecionadores e adeque o volume conforme a quantidade de pessoas na sala,
     
  • Velocidade - preste atenção no ritmo imposto pelo entrevistador e siga para criar sintonia na comunicação,
     
  • Dicção - pronuncie corretamente as palavras para se fazer compreensível .
Durante a entrevista:
  • Mantenha a postura ereta,
  • Os braços não devem ser cruzados, procure ficar a vontade controlando a ansiedade,
  • Libere os movimentos,
  • Bolsa e pastas devem ser deixadas em outra cadeira, nunca mantidas no colo, pois inibem os movimentos,
  • Cabelos preferencialmente presos para não ficar caindo no rosto e desviar atenção do selecionador,
  • Evite decotes.
  • Olhe sempre nos olhos do selecionador, mas não fique encarando.
Regra de ouro:

Antes de responder a qualquer pergunta, note:

Se eu estivesse no lugar do selecionador agora, eu gostaria dessa resposta?

Se a resposta for positiva, siga!
Se for negativa, repense!
Exemplo prático de questão mais frequente.
Selecionador pergunta: Por que a empresa deve contratar você?


Resposta comum: Por que quero aprender muito aqui e estou precisando desse emprego, pois tenho 2 filhos que dependem de mim!



Sim, a princípio você poderá dizer o que há de errado em se dizer que os filhos dependem de você? Ou que você quer aprender dentro da empresa?



Ocorre, respeitável leitor que na verdade a empresa não é uma “escola” ao menos não no sentido literal. As empresas hoje chamam seus funcionários de colaboradores por perceberem o peso que as pessoas possuem no sucesso ou fracasso das corporações.


Contudo, as empresas são dinâmicas e não querem alguém para aprender lá querem alguém sim, que vá agregar valor e somar, fazer a diferença.

E olhando com maior atenção verificamos que o candidato em momento algum mencionou o que agregaria para a empresa, apenas o que tiraria dela. Sinceramente, sendo selecinador você gostaria de ouvir essa resposta?? 




Portanto, candidato fale somente o que interessa a empresa ! Esta é a regra !



Resposta adequada: A empresa deve me contratar, pois eu sou criativo, determinado, quero fazer a empresa crescer e crescer com ela.



Veja, reforce seus pontos positivos e deixe claro seus objetivos.


A par dessas informações acompanhe as outras dicas da UNQE e EXCELENTE ENTREVISTA A VOCÊ.



Mais conteúdo na semana que vem, até lá.
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*Fernanda Ferreira é advogada, diretora e professora na UNQE.


Follow up na prática

O Poder do Follow Up em Vendas Perdidas


Em vendas, a palavra Follow Up é bastante utilizada e quer dizer ACOMPANHAMENTO do processo, tanto na pré-venda como após a apresentação da proposta comercial. Resumidamente, trata-se de acompanhar de perto o prospect (futuro cliente) ou o cliente, no qual você já apresentou sua proposta comercial. Neste artigo, vamos focar o uso do Follow up após a apresentação da proposta comercial e também no caso de vendas perdidas ou não concluídas.

Como o Follow Up pode Contribuir para Aumentar as Vendas?

 

Quando fazemos um mapeamento da oportunidade de vender um produto ou serviço a um cliente, devemos fazer uma análise da real necessidade do cliente e de que forma nossa proposta comercial trará benefícios, gerando valor na negociação.

O “Follow Up” é o acompanhamento técnico que o profissional de vendas faz junto ao cliente, para garantir que todas as dúvidas sejam sanadas e transmitir segurança na hora de partir para o fechamento da venda.

Baseado no grande jargão do mercado de Marketing, “quem não é visto, não é lembrado!”, devemos estar próximo aos clientes, fazendo algumas ligações periodicamente ou mesmo enviando um e-mail.

Para fazer um Follow Up eficaz, o vendedor não precisa, necessariamente, ir direto ao assunto do objeto da negociação. Ele pode, por exemplo, enviar um vídeo do Youtube que fala sobre o mercado do cliente e como as empresas tem melhorado usando a solução proposta por ele(a) na proposta comercial.

Dessa forma, praticamos a venda consultiva, orientando o cliente nas decisões estratégicas do business dele e, de quebra, relembrando nossa proposta comercial. Se o cliente der abertura, o profissional de vendas pode partir para o fechamento, mas de forma discreta.

O uso do Follow Up em Vendas Perdidas para Vender Mais:

Quando uma venda não é fechada por qualquer motivo que seja e seu cliente não compra sua solução e também não a procura no mercado, o Follow Up é uma forma eficaz de acompanhar o cliente de forma discreta e gerar necessidade no seu cliente. Além disso, você ganha pontos no quesito relacionamento com seu contato, pois ele não enxerga apenas um “vendedor querendo vender”, mas sim um consultor comercial que deseja auxiliá-lo do desenvolvimento do seu negócio ou na correção de seu problema foco.

Case para estudo: TAJJ Eventos!

Para exemplificarmos o tema deste artigo, vou comentar um case de sucesso que ocorreu comigo recentemente. Em Outubro eu apresentei uma proposta comercial para o desenvolvimento de uma estratégia de Marketing Digital para o TAJJ Eventos, um restaurante de comida libanesa localizado em São Roque, mas que possui um grande espaço, onde são realizados shows, festas sertanejas, e alta gastronomia. 

Infelizmente a venda não foi concluída, pois o cliente não demandava capital suficiente para realizar o investimento.

Como vendedor, eu sabia que ele precisava do meu serviço e tinha plena certeza que nossa solução de S.E.O. (otimização do site para buscadores, como o Google) poderia ajudá-lo a aumentar o faturamento de seu negócio. Sendo assim, no início do novo ano eu mandei um e-mail de “Feliz Ano Novo”, me colocando a sua disposição para qualquer necessidade. Fui surpreendido positivamente com sua resposta, informando que ele estava mudando o foco do negócio somente para EVENTOS (sociais e corporativos), focando em festas de Casamento, Aniversários de 15 anos (Debutante) e eventos corporativos.

Rapidamente fiz uma pesquisa sobre o novo business do cliente, colocando informações relevantes sobre o mercado e realizei uma pesquisa no Google para dimensionar o número de buscas das principais palavras chaves. Quando terminei e enviei a ele, surpreendi positivamente, pois não apresentei uma nova proposta comercial, mas sim dados que auxiliaram ele a tomar uma decisão mais consolidada. Na seqüência, ele solicitou a proposta comercial e em 5 dias estávamos assinando o contrato para desenvolvimento do projeto.

Conclusão sobre Follow Up e Vendas!


Concluo que o Follow Up pode ser um grande diferencial para um profissional de vendas, pois os clientes não esperam um atendimento de qualidade, mesmo quando dizem “não” a uma de nossas propostas comerciais. Além disso, você aumenta o relacionamento com o cliente, ganhando sua confiança e tornando-se um ponto de referência em sua mente. 

Quando ele precisar novamente do seu produto ou serviço, certamente ele lembrará de você e seu concorrente já inicia a concorrência perdendo espaço.

Fonte:  http://supervendedores.com.br/vendas/o-poder-do-follow-up-em-vendas-perdidas/

UNQE Recomenda: A série LIE TO ME

A Série americana desvenda crimes a partir da análise da postura não verbal dos envolvidos, o mais interessante é que ao indicar os motivos que o levaram a identificar determinado comportamento o seriado demonstra imagens reais cotidianas de personalidades contemporâneas que apresentaram o mesmo trejeito do personagem.

Para profissionais que atuam na área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, ou pessoas que simplesmente se interessam por comportamento humano.

Proposta da Coluna UNQE PROFISSÃO E CARREIRA

As principais propostas da UNQE são discutir as mudanças na relação de emprego, melhorar a qualificação de seus alunos, auxiliar na gestão de carreira individual e na retenção de talentos. 


 



UNQE Explica: Assessment

Assessment - Método de Desenvolvimento de Potencial

O Assessment está tornando-se um método cada vez mais utilizado para avaliar o potencial de executivos e profissionais, em termos de atributos, habilidades por competências individuais e coletivas, analisando a compatibilidade das necessidades das pessoas em correlação às necessidades organizacionais no que tange à busca de melhores resultados ou posicionamentos de carreira.

O principal objetivo do método é avaliar o potencial e verificar a compatibilidade entre as características do executivo ou profissional e as exigidas pela área em que ele atua ou irá atuar.

Para que esse objetivo realize-se, é fundamental analisar também se essas características são adequadas à cultura organizacional e se estão em linha com as "core competences" da empresa e os objetivos / metas estratégicas. 

O método Assessment pode ser utilizado: 


- Para diagnosticar pontos fortes e fracos em termos de habilidades, competências e atributos do profissional. Nesse caso, os resultados são utilizados para orientação de capacitação, desenvolvimento na função e de carreira com foco em resultados.


- Como instrumento de apoio na condução de processos de desenvolvimento humano, organizacional ou mudança organizacional.


O processo de avaliação visa à busca de caminhos que levem a harmonizar características individuais com necessidades organizacionais. O processo deve ser planejado com a direção em conjunto com um profissional altamente especializado ou consultoria para garantir que a condução do trabalho seja feita de forma isenta e neutra às áreas envolvidas pelo processo.

Outro ponto fundamental a ser considerado para o sucesso do método é o conhecimento da organização, das pessoas e das redes informais.

Para que o propósito do processo seja bem definido e sua execução seja facilitada, é preciso considerar os seguintes fatores: 
 
- A estratégia do negócio, que inclui a visão de futuro, estratégias desdobradas e metas, o conhecimento das competências organizacionais necessárias e do core business. 


- Os sistemas de gestão, de informações e de comunicação interna externa. 


- A cultura organizacional, incluindo a relação entre líder e liderado, a prontidão para mudança, a dinâmica de poder, os processos decisórios e a atitude frente a riscos. 


- A estrutura organizacional, em particular o grau em que o modelo utilizado favorece a agilidade e a flexibilidade.


- Os sistemas de educação e desenvolvimento.


- O grau em que as práticas gerenciais favorecem o aprendizado organizacional.


FERRAMENTAS UTILIZADAS 
 
Para cumprir os objetivos e as metas estabelecidas em conjunto com o avaliado, deve-se utilizar uma gama de ferramentas cientificamente comprovadas para avaliação: 


questionários situacionais, dinâmicas de grupo, diagnósticos de personalidade, entrevistas individuais semi-estruturadas, grupos de foco e instrumentos de análise de perfil por competências.

Os questionários situacionais - são utilizados para observar comportamentos específicos dos participantes em simulações do ambiente de trabalho. 

Em uma situação típica, solicita-se ao avaliado que analise um problema real da empresa. 

Em seguida, o avaliado deve apresentar suas conclusões mediante um relatório ou uma apresentação oral.

Uma segunda alternativa são os exercícios em grupo, usados para analisar o comportamento do indivíduo em relações interpessoais. Em uma avaliação desse tipo, observadores treinados acompanham os exercícios situacionais, analisando as reações e os comportamentos dos participantes.

Entretanto, propõem se combinar diferentes metodologias para atender a cada cliente em suas necessidades específicas. Assim, em um dado contexto, podem ser utilizados testes de personalidade, perfis de atitudes e simulações de situações de trabalho. Em outro contexto, pode ser mais indicado aplicar testes de habilidade mental e análise do perfil de interesses. 

Em qualquer caso, é parte essencial do processo realizar encontros de feedback no término do trabalho.

O produto final é um relatório que contém o perfil de competências dos avaliados, o potencial de desenvolvimento, os gaps em relação às necessidades organizacionais e PLANOS DE AÇÃO para que esses gaps sejam superados. 

De forma sintética, um relatório de avaliação responde às perguntas: Onde estamos?; Onde precisamos chegar?; O que precisamos fazer para chegar lá? As ciências da administração e psicossociais estão integrando-se, cada vez mais, para facilitar o desenvolvimento das pessoas e as organizações inteligentes agradecem por isso.

Fonte: Marco Antonio Lampoglia para o RH.com.br