Férias ilimitadas, será??

Empresas já estudam férias ilimitadas


Richard Branson, CEO da Virgin
Richard Branson, CEO da Virgin: os funcionários vão poder sair de férias quando bem entenderem.

Richard Branson, CEO do Grupo Virgin, que tem 400 empresas de setores que vão de aviação a telecomunicações, é conhecido por ser um executivo polêmico.
 
Ele já se vestiu de aeromoça e trabalhou em um voo durante 6 horas para pagar uma aposta, tentou fazer duas voltas ao mundo de balão e admitiu nunca ter lido um livro sobre gestão de pessoas até escrever o seu. Agora voltou a causar. Desta vez promete testar com 170 funcionários de um de seus negócios o conceito de férias ilimitadas.
 
O executivo abordou o assunto em seu blog em setembro de 2014. “O trabalho flexível tem revolucionado o local, o horário e a maneira como cumprimos nossas funções”, escreveu o bilionário. “Se trabalhar das 9 da manhã às 5 da tarde não é mais a realidade, por que deveríamos restringir as políticas de férias a uma vez ao ano?” Ele crê que o bom senso fará com que as pessoas não encarem a flexibilidade como permissão para passar meses longe do trabalho.
 
A ideia é fazer com que os profissionais decidam quando tirar uma folga, seja ela de horas, dias, semanas ou meses. “Presumo que as pessoas só farão isso quando se sentirem 100% confortáveis de que cumpriram suas tarefas e de que a ausência não vai afetar negativamente os negócios ou sua carreira”, disse Richard. 
 
A ideia não surgiu da cabeça (imaginativa, de fato) do magnata. Veio de uma sugestão de sua filha, que o avisou sobre uma política semelhante adotada pela Netflix, empresa de vídeos online.
 
Nos Estados Unidos, há uma tendência entre as empresas de tecnologia, principalmente as moderninhas do Vale do Silício, a conceder mais autonomia sobre o período de folga.
 
No Brasil, as leis trabalhistas obrigam as companhias a cumprir férias de 30 dias para os funcionários — no máximo, pode-se vender dez dias. Quem ousa fazer algo diferente aqui é a Return Path, empresa de análise de e-mails, que adota o conceito de férias ilimitadas na matriz americana e que, em terras brasileiras, deixa os funcionários escolher os melhores dias para se afastar do trabalho, sem precisar de negociação com a chefia.
 
Alguns fatores impedem a realização das férias. Uma pesquisa do site de viagens e reservas Expedia mostra que 30% dos brasileiros vendem as férias para guardar dinheiro. Pode ser bom para o bolso, mas sacrifica a descompressão. Outros 28% optam por não tirar todos os dias de uma vez, deixando acumular para tirar mais para a frente. E 26% reclamam da dificuldade de conciliar os planos com amigos ou familiares.
 
Eternas ou não, as férias são um momento importante para a vida de qualquer profissional — embora muitos não consigam desligar e continuem checando e-mails do trabalho: uma pesquisa do Trip­Advisor mostra que 75% dos brasileiros tomam essa atitude. Claro que esse hábito é justificável.
 
Quanto maior a pressão nas empresas, maior a sensação de que as folgas são um luxo ao qual poucos têm direito. E que, já que somos obrigados por lei a passar alguns dias fora do escritório, é melhor trabalhar remotamente do que desligar, para não correr o risco de que uma pilha de trabalho se acumule, dando a sensação de que alguns dias no paraíso não compensam tantas horas num inferno de pendências. Isso se deve, segundo Hendrie Weisinger e J.P. Pawliw-Fry, ao modo antiquado como muitas empresas funcionam, acreditando que pressão gera resultados.
 
Só que isso é um mito. Como parte da pesquisa para o livro Performing Under Pressure: The Science of Doing Your Best When It Matters Most (“Desempenho sob pressão: a ciência de fazer o seu melhor quando isso é mais importante”, numa tradução livre), com lançamento previsto para fevereiro, os autores entrevistaram 12 000 pes­soas que viviam sob pressão ao longo de vários anos. A grande conclusão é que pressão e produtividade não têm uma relação de causa e efeito.
 
As pessoas criam mecanismos de proteção, como aguentar críticas ou ficar mais focadas no próprio desempenho, para não deixar que a ansiedade as impeça de trabalhar. Mas, para os autores, a pressão aprisiona talentos e boas ideias, pois muita gente não solta a criatividade por ter metas (irreais) a cumprir. 
 
As férias ajudam a fugir desse círculo de pânico e maus resultados. Algumas vezes, é preciso tomar uma atitude drástica, como fez o em­preen­dedor David Niu. Exausto por tocar a gestão de dois empreendimentos de mídia digital, ele resolveu que era a hora de parar, sem hora para voltar.
 
Em 2012, vendeu seus bens, inclusive a casa, e saiu com sua esposa e sua filha para uma viagem pelo mundo com o intuito de relaxar e ter novas ideias. Um período que ele apelidou de “carrérias” e é contado no livro Careercation: Trading Briefcase for Suitcase to Find Entrepreneurial Happiness (“Carrérias: trocando a pasta pela mala para encontrar a felicidade empreendedora”, numa tradução livre, sem edição no Brasil).
David comprou passagens só de ida para a Nova Zelândia e passou por Austrália, China, Vietnã, Hong Kong, Coreia e Taiwan antes de voltar aos Estados Unidos. Nesses países, falou com 30 presidentes para descobrir os problemas das empresas. Compreendeu que a grande preo­cupação deles é não entender por que perdem pessoas que pareciam felizes com o trabalho, mas que estavam, na verdade, frustradas.
 
Dessa percepção, que ele não teria se estivesse trabalhando, veio a ideia para sua nova startup, a TinyPulse, que ajuda empresas a descobrir quão felizes, estressados ou desmotivados seus funcionários estão e manda relatórios sobre o humor da equipe para os chefes, de modo que eles possam agir antes que alguém peça as contas. Férias produtivas são isso aí.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/noticias/ja-imaginou-se-as-ferias-fossem-ilimitadas 

Formatura UNQE


 
 
Evento marca a Entrega de Certificados aos Comerciários alunos da UNQE.
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Os cursos foram patrocinados pelo SECOR & SCVOR
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Haverá uma cerimônia.

Conflito de gerações nas relações empresariais?

Veja como tirar proveito das gerações Baby Boomers, X e Y nas empresas


De um lado, pessoas que gostam de desafios e prezam pela agilidade. De outro, aqueles que buscam o equilíbrio e são regidos pela experiência. A mistura de gerações é cada vez mais comum nas empresas. E é um grande desafio concentrar três perfis de profissionais em um mesmo ambiente.

Mas como aproveitar os ensinamentos dos mais experientes e usufruir da agilidade e da busca da inovação dos mais jovens? Conheça as características de cada geração e saiba como tirar proveito dessa sinergia:

Nascidos entre 1943 e 1960, as pessoas que fazem parte da geração Baby Boomers contam com um estilo de trabalho voltado à valorização do crescimento pessoal, lidam bem com tarefas em equipes, buscam sempre o comprometimento e lealdade à companhia e não medem esforço para atingir o sucesso profissional.

Já a geração X, dos nascidos nos anos 60 e 80, tem uma visão mais empreendedora e valoriza a diversidade, a procura constante por soluções criativas. Mas nem por isso se buscam menos responsabilidades, querem atingir altos cargos e costumam ser impacientes quando não atingem as metas.

Aqueles que fazem parte da geração Y contam com um perfil mais multifuncional. Gostam de aprender várias funções e querem atuar em diversas áreas. Têm ainda um espírito bastante competitivo.

E como aproveitar as melhores características de cada geração?

Com a geração Y, os Baby Boomers e os da geração X podem aprender a ter mais agilidade e não ficar estagnado. 

Com isso, fica mais fácil sobrepor barreiras e quebrar paradigmas.

Na visão dos Y, a tecnologia aproxima, e não distancia as pessoas. Outra característica importante da geração Y: eles carregam atributos de inovação e motivação e habilidade de lidar com o novo.

E não há limites para o crescimento profissional. E o contrário? Com os mais experientes, a geração Y pode aprender a ter mais equilibro. E com isso, aprender a pensar estrategicamente.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/conta-corrente/platb/2014/01/13/saiba-como-tirar-proveito-das-geracoes-baby-boomers-x-e-y-nas-empresas/

Quais perguntas fazer ao selecionador?



A pessoa que vai disputar uma vaga também precisa saber mais sobre a empresa e algumas perguntas são importantes nesse processo de seleção.

Confira as perguntas que precisam ser feitas:

1ª. O que a empresa espera do colaborador?
Com a resposta, o candidato saberá se tem ou não as habilidades necessárias para o preenchimento da vaga em disputa.

2ª Quais as qualidades valorizadas pela empresa?
Com essa informação, você vai saber se a mentalidade e as normas que orientam o comportamento na empresa estão alinhadas com o seu pensamento e estilo de vida.

3ª Quais as características valorizadas pela empresa?
A pontualidade ou flexibilidade no trabalho podem ser importantes para a empresa, mas não para você.

4ª Qual o pacote de remuneração e os critérios para premiações?
A informação é importante para você não se decepcionar depois da contratação.

5ª Obtenha um histórico da liderança.
É importante perguntar quem são os futuros chefes e conhecer o comportamento desses líderes.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/conta-corrente/platb/2014/09/22/especialista-da-dicas-de-como-se-preparar-para-um-processo-seletivo/

A Primeira impressão é a que fica?

Especialista dá dicas de como se preparar para um processo seletivo

Você foi convidado para participar de um processo seletivo? Como se preparar para a entrevista? Alguns pontos devem ser observados para que chamar a atenção do avaliador e ser o escolhido para a vaga.

Sabe aquela frase: ‘a primeira impressão é a que fica’? 

Para conseguir um emprego, ela vale muito. Seja para trabalhar no escritório ou direto com o cliente, o currículo é fundamental.  Você sabe fazer um?


A Narita é gerente de Recursos Humanos de uma rede multinacional de cafeterias e explica que não adianta usar o mesmo currículo para todos os cargos.

“Você é uma pessoa da área de compras, você não vai ter um currículo de comprador. Você vai ter um currículo de coordenador de compras, da área de supply… Você vai ter vários currículos que abordam aquela experiência de maneiras diferentes. Se você tem um currículo generalista, você vai concorrer a vagas generalistas e com pessoas generalistas”, explica Narita Oliveira, gerente de RH da Starbucks Brasil.

Ter experiência na função abre portas e na maior parte dos casos garante o convite para o processo seletivo.  Mas para se destacar entre os candidatos é fundamental mostrar que conhece a empresa e que tem o perfil do profissional que ela procura.

Por isso cuidado. A roupa que vai usar na entrevista também é avaliada.

“Faz sentido ir para uma entrevista de gerente de loja de terno e gravata? Não precisa. E aí para as mulheres, o mínimo faz. Vai vem vestida, não vai de decote, não vai de roupa curta. Essas coisas que parecem que são simples ainda tem pessoas que não conseguem se adaptar”, diz Narita.

E durante a conversa a sinceridade é fundamental mesmo quando a pergunta não é tão agradável.

Em uma multinacional do setor de alimentos e bebidas, o candidato à vaga deve passar por pelo menos cinco etapas antes da contratação. Entre elas análise de currículo, conversa por telefone e entrevistas com gestores. A gerente Juliana explica que todos os detalhes são levados em conta.

“O corpo fala. Então, a postura na entrevista, a forma como senta, a forma como se comunica, a firmeza no discurso e o contato visual são muito importantes”, alerta Juliana Ventura, gerente de atração de talentos da PepsiCo Brasil.

Não tem jeito. A melhor forma de controlar o nervosismo é se preparar.

“Eu acho que trazer esse repertório bem alinhado com o currículo e conhecer muito bem a empresa e a posição para a qual ele está aplicando. Isso é muito importante. Trazer essa segurança no discurso. A gente vai observar isso com olhos de lince, eu diria”, comenta Juliana.

Em um processo seletivo, quem está na disputa por uma vaga se preocupa muito com as perguntas que serão feitas pelo entrevistador. Mas o candidato também precisa fazer perguntas, para saber se aquela empresa preenche os requisitos e se enquadra no perfil do emprego desejado.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/conta-corrente/platb/2014/09/22/especialista-da-dicas-de-como-se-preparar-para-um-processo-seletivo/

Prorrogada a promoção UNQE & SECOR

Promoção p/ comemorar a CAMPANHA SALARIAL DO SECOR prorrogada p/ matrículas realizadas até 30/10/14.

Curso de Inglês - Promoção Prorrogada

Promoção p/ comemorar a CAMPANHA SALARIAL DO SECOR prorrogada p/ matrículas realizadas até 30/10/14.

Curso de informática - Promoção Prorrogada SECOR

Promoção p/ comemorar a CAMPANHA SALARIAL DO SECOR prorrogada p/ matrículas realizadas até 30/10/14.

Curso Gestão Administrativa - Parceria SECOR

Promoção p/ comemorar a CAMPANHA SALARIAL DO SECOR prorrogada p/ matrículas realizadas até 30/10/14.

Eleições 2014


Dia da Democracia


Você é fiel a seus sonhos?


A águia e a galinha


Muitas vezes nossa vida nos leva a nos comportar como se nossa essência fosse menor, nos limitamos aceitando menos quando merecemos mais.

Devemos nos questionar, mas por que permito que isso ocorra comigo?

Por que repito ações que me fazem mal?

Leiam a parábola a seguir e pensem a respeito:
  
O iluminado frei Leonardo Boff, em seu livro A águia e a galinha, nos brinda com a interpretação de um conto que dimensiona as possibilidades da natureza humana.
       
Um peregrino passava por um sítio quando, perplexo, notou que uma águia ciscava milho e ração junto de algumas galinhas. O peregrino perguntou ao dono do sítio como se deu aquela situação, a águia, a mais livre de todas as aves, rainha dos céus, vivendo assim. O sitiante disse:
       
-Um dia encontrei um filhote de águia na floresta e o trouxe cativo, criando-o junto das galinhas. Com o tempo ele se acostumou e agora não é mais uma águia e sim uma galinha, até não voa.
      
- Não - disse o peregrino. - Essa ave tem alma de águia e, apesar de ter sido educada com uma galinha, se sua alma for tocada, ela certamente voará e será novamente uma águia.
       
- Não, de jeito nenhum! - rebateu o sitiante. -Essa ave sempre será uma galinha.
       
Os dois decidiram tirar a prova.

Com movimentos delicados, o peregrino pegou pelos pés a assustada águia, colocando-a em seu antebraço, e disse:
       
-Tu és a autoridade dos céus, símbolo de liberdade e iluminação. Voa!
       
A águia, parecendo nada entender, olhou para o chão e para lá se dirigiu, voltando a ciscar com as galinhas. Ela foi educada para ser assim.
       
Persistente, o peregrino tomou a águia do chão novamente e a levou ao telhado da casa, dizendo:
       
- Tu és uma águia, abre tuas asas e voa para o infinito!
       
E a águia, agora sentindo medo, planou de volta ao chão.

O sitiante riu e comentou:

- Eu lhe disse, ela foi educada como galinha e virou uma galinha!

- Não - retrucou o peregrino. - Em algum lugar no seu interior existe a águia.

E novamente ergueu a ave nos braços e, ao subir uma colina, levantou-a em direção ao sol, dizendo:
  
- Águia, tu não és da terra, tu és do céu. Olha o sol, olha o horizonte com suas maravilhosas possibilidades! Estende tuas asas e voa, rainha das aves!

Como num passe de mágica e com uma energia que estremeceu as montanhas, a águia soltou um grito de poder

- "cau-cau" - e começou a voar cada vez mais alto, até se fundir com a paisagem e desaparecer no horizonte do planeta Terra.

Reflexão

A idéia dessa história é mostrar que nossa alma é composta de uma dimensão de águia e uma dimensão de galinha que devem ser aceitas e respeitadas por vezes. Medite nestas questões:

      • Em quais situações de sua vida é necessário agir de maneira mais tranqüila, simples, sem expectativas, e ficar contente com isso?
 

      • Em quais situações você age como uma galinha, mas sabe que tem aí dentro uma águia aprisionada?
 

      • Quando você vivencia situações de águia, com força, voando alto, fundindo-se com o infinito?

Fonte: http://www.humaniversidade.com.br/boletins/quem_e_sua_essencia.htm

Coluna Profissão e Carreira: Planos de Endomarketing

Edição nº 10
Por Fernanda Ferreira*

O setor de Recursos Humanos vem aperfeiçoando ações para reter seus talentos, por essa razão além do salário em si cresce a demanda por benefícios reais disponibilizados conforme a análise de interesses dos colaboradores da empresa.

É natural que o profissional que compreende seu papel no mundo empresarial e sua importância, valorize planos que o motivem e benefícios que de fato agreguem valor ao seu salário.

Pensando nesse ponto o gestor de RH precisa realizar pesquisas de clima e feedback, para avaliar quais necessidades do seu público alvo, nesse caso os colaboradores, possuem para determinar o que será oferecido, além do salário e plano de carreira.

Já é sabido que plano de carreira real, subsidiar cursos e faculdades, plano de saúde, vale refeição tornaram-se vantagens essenciais quase que obrigatórias a serem fornecidas pelas empresas, assim como é o inglês para qualquer trabalhador hoje, ou seja básico e fundamental.

O bônus disponibilizado pela UNQE neste blog traz cases reais e atuais de como as empresas tem se empenhado para motivar seus funcionários, incluindo visitas monitoradas de familiares dos colaboradores as suas dependências, cursos para filhos dos empregados, festas de debutantes, eventos românticos para clientes e assim por diante.

O lema hoje é reter talentos e para isso é necessário fornecer e criar sistemas que atendam e superem as expectativas de seus colaboradores.

Aguardem novas dicas, obrigada e até semana que vem.         
Sugestões e críticas contato@unqe.com.br
www.unqe.com.br              11 3684-1645
*Fernanda Ferreira é advogada, diretora e professora na UNQE. 

Dinâmicas de Grupo


Case de Endomarketing na atualidade - Envolver a família



São Paulo - O cenário, infelizmente, já é familiar: com a taxa de desemprego no país pouco acima de 7%, as empresas enfrentam uma árdua batalha para evitar que seus funcionários sejam levados pela concorrência. O caso é especialmente sério quando se fala em cargos operacionais de baixa remuneração, nos quais a rotatividade bate recordes, e em jovens, que são vistos pelas companhias como recursos estratégicos para ocupar futuros cargos de liderança, mas que estão cada vez mais impacientes em relação ao avanço na carreira.

Diante desse desafio, uma das estratégias de retenção que vêm ganhando força nas empresas é se aproximar dos familiares dos funcionários, fazendo com que, no momento da troca de emprego, o voto deles pese a favor da permanência do profissional na companhia.

As iniciativas vão desde simples ações que envolvem mais os parentes no dia a dia, como visitas ao escritório e festas em datas especiais, até programas mais abrangentes, que estendem benefícios e capacitam membros da família, buscando inclusive trazê-los para o time de funcionários no futuro.

“Há cada vez mais uma preocupação em gerar um bem-estar para o funcionário e para a comunidade na qual ele está inserido. Ao trazer a família para perto, ele se sente mais em casa na empresa”, diz Elton Moraes, gerente do Hay Group.

A estratégia também vem sendo empregada por empresas que buscam conquistar o público jovem e convencê-lo a permanecer por mais tempo em seu quadro. A ideia é que, como os jovens estão saindo mais tarde de casa, eles dependam mais da família tanto para decisões financeiras quanto de carreira. Por isso, os pais vêm sendo chamados nos processos de integração.

“É muito importante ter os pais como aliados na hora em que ele quiser desistir da vaga, seja porque surgiu uma dificuldade, seja porque apareceu uma oportunidade. Nas conversas com os jovens, percebemos que a opinião deles realmente conta na decisão”, diz Adriana Chaves, diretora de desenvolvimento e carreira da DMRH.

A consultoria Deloitte começou a envolver os familiares dos trainees no processo de integração em 2009. A cada nova turma que ingressa na companhia, os pais são convidados a participar de um evento de um dia inteiro para conhecer melhor o negócio e os desafios que seus filhos terão pela frente. Mais de 1.100 pais e mães já participaram do processo.

Além de permitir que os familiares tirem todas as dúvidas, a empresa abre um canal para que eles conversem com os gestores se precisarem. A programação também inclui uma palestra com um especialista sobre conflito de gerações, que aborda a educação do jovem Y e suas implicações no ambiente de trabalho.

“É a geração do videogame, que quer sempre um novo desafio maior e mais rápido. É importante que os pais entendam isso, pois a opinião deles é ouvida e valorizada nessa fase”, diz Sônia Romeiro, gerente sênior de talent da Deloitte.

A KPMG, que, como a Deloitte, atua no segmento de consultoria, também convoca os pais com o objetivo de, juntos, convencer os jovens a assumir um compromisso de longo prazo com o negócio. Para envolver os familiares no processo de integração, envia à casa dos trainees um convite (com direito a pipoca e refresco) para que todos participem de uma videoconferência de boas-vindas.

Ao fim da apresentação institucional, promove um talk-show com o presidente, momento em que os pais também podem enviar suas dúvidas. “Procuramos trazer casos de sucesso, histórias de profissionais que mostram que a dedicação valeu a pena”, diz Carolina Coelho, coordenadora de RH da KPMG no Brasil. A iniciativa começou em 2012 e, segundo Carolina, já contribuiu para uma redução de 7% no turnover nessa faixa do quadro.

De forma diferente, mas com o mesmo propósito de conter a fuga dos jovens, a distribuidora de energia Elektro trouxe a família para dentro da empresa. “O estágio começa no segundo semestre, termina em novembro, mas só contratamos em janeiro. O problema é que alguns passavam em diversos processos e acabavam escolhendo outra empresa”, diz a gerente de RH, Noe­mi Oga.

Em 2013, a empresa começou a convidar os familiares dos futuros estagiários para conhecer a empresa após a aprovação. Além de uma visita às instalações da companhia, a agenda inclui conversa com os gestores de todas as áreas e com o presidente. O resultado foi positivo: na primeira turma de 40 estagiá­rios que passou pela atividade, o turnover foi reduzido a zero.

Embora reconheça que a estratégia possa funcionar para algumas empresas, Rosana Rodrigues, sócia da Choice Consultoria, recomenda usá-la com parcimônia. “Em muitos casos, o problema dessa geração tem a ver com maturidade. É importante refletir se, ao trazer os pais para o processo, não se está atrasando esse desenvolvimento.”

Tragam os filhos

Na Armco Staco, indústria metalúrgica, o caminho é inverso. O Projeto Nossos Filhos prepara os filhos de funcionários para o mercado de trabalho. Todos os anos, aqueles que estão se formando no ensino médio são convidados a participar de um evento no qual recebem dicas de como montar um currículo, como tirar carteira de trabalho, além de participar de simulações de dinâmicas de grupo e entrevistas.

Eles também passam a ter acesso a vagas, enviadas por e-mail — não só na própria Armco como também em empresas parceiras. A iniciativa, que existe desde 2000, já capacitou mais de 500 jovens. Jonatas Canuto foi um deles. Filho de Joaquim Jonas Canuto, que está há 20 anos na Armco Staco, ele participou do Projeto Nossos Filhos e ingressou como jovem aprendiz na empresa.

Ao terminar o período legal para esse tipo de trabalho, ainda não havia vagas. Ele deixou a Armco Staco por algum tempo, mas, quando a oportunidade surgiu, foi convidado a voltar. 

Hoje, quem espera sua vez é o filho mais novo de Joaquim, de 12 anos. “O sonho dele é entrar no programa e seguir carreira na Armco também”, diz o pai.

Segundo Luciana Bastos, gerente de recursos humanos, a iniciativa nasceu como um projeto social voltado para afastar jovens de atividades pouco saudáveis e perigosas, mas acabou se tornando uma importante ferramenta de retenção. “O mercado está aquecido, as pessoas trocam de emprego com facilidade. Mas, se a mulher ou o filho do funcionário gostam da empresa, eles o incentivam a ficar”, diz a executiva.

A fabricante de automóveis Fiat também aposta nesse conceito. Ao longo do ano, a empresa promove diversos eventos para os funcionários e seus parentes. Um dos favoritos é o Estação do Amor, um jantar romântico acompanhado de show ao vivo em que mais de 2 500 funcionários e seus namorados, parceiros ou cônjuges celebram a paixão.

Outro programa de sucesso é o baile de debutante, oferecido anualmente a todas as filhas de funcionário que completam 15 anos, com direito a comes e bebes, banda, transporte até a festa e mesa para 30 convidados. Cerca de 90% dos funcionários de todos os níveis — da gerência à operação — com filhas na idade participam desse momento, com 300 debutantes celebrando a ocasião todos os anos.

“Todos os meses temos pelo menos uma ação envolvendo a família. É uma forma de estar presente na vida social do funcionário, sem forçar a barra”, diz Adauto Duarte, diretor de RH da Fiat Chrysler.

Para Renato Meirelles, presidente do instituto de pesquisas Data Popular, esse tipo de iniciativa coloca barreiras à saída do funcionário, principalmente dos que atuam em funções cuja remuneração não é alta. “Quando você cria esse ecossistema, o ônus passa a ser muito maior do que simplesmente trocar um salário por outro”, diz.

Segundo ele, algumas empresas também têm utilizado a técnica para aumentar a assiduidade em call centers e em outras funções operacionais. “Elas criam um benefício, como uma cesta básica para a mãe, e com isso ganham um aliado que reforça o comprometimento do empregado com a empresa.”

Na Renault, a estratégia é trazer a família para as dependências da companhia sempre que possível. Duas vezes por mês, a empresa promove visitas guiadas de familiares à fábrica, em São José dos Pinhais, no Paraná. São oferecidas 60 vagas por turma, e a procura sempre é maior do que a oferta. O objetivo é causar a melhor impressão possível.

Por isso, a experiência começa com uma van, que vai até a casa do funcionário buscar a família. Ao chegar ao complexo, eles são recebidos por uma equipe de recreação — afinal, as crianças comparecem em peso, até mesmo as de colo — e passam o dia conhecendo as dependências da empresa, acompanhados o tempo todo pelo funcionário. “Ele se sente prestigiado e orgulhoso do que faz”, diz Ana Camargo, diretora de RH da Renault.

Segundo a executiva, a ação tem um impacto não só na retenção mas também na reputação da empresa. “Eles saem daqui entendendo melhor como é o dia a dia do familiar no trabalho e também admirando a marca. Viram verdadeiros defensores”, diz Ana.

Fonte:  http://exame.abril.com.br/revista-voce-rh/noticias/tudo-em-familia

Ode aos Professores!

Professor...
Nasceu com a sina para somar...
Somar o esforço que faz para transmitir o que sabe... Nasceu com a sina para dividir...
Dividir o amor pelo conhecimento com seus alunos... Nasceu com a sina para multiplicar...
Multiplicar o sonho de aprender cada vez mais... Nasceu com a sina para subtrair...
Subtrair a dificuldade em aprender...
Ah professor, quanta vontade de fazer a diferença na vida de seus alunos,  Quanta coragem para enfrentar os desafios que os grupos impõem... Quanta sabedoria para identificar a maneira mais adequada de falar o que sabe... Quanta paciência para repetir infinitas vezes de formas distintas a mesma matéria...
Quanta emoção quando percebe que fez a diferença... Quanta alegria quando nota o olhar de gratidão de seus alunos... Quanto desprendimento quando percebe que alcançou seu objetivo com louvor...
E seu aluno se formou...e venceu...e agradeceu... 

Parabéns a todos Professores e Professoras de nosso País.


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Parabéns UNQE pela iniciativa.






Dia das Crianças

Festejar a vida, é o que aprendemos com nossas crianças,

Aprendemos que o muito é pouco e que o pouco representa muito...

Por exemplo, faça careta para seu filho e veja quanto sorriso e gargalhada ele retribuirá a você...

Agora, compre-lhe um brinquedo, verá que em menos de uma semana já estará quebrado, ultrapassado...

O que verdadeiramente importa são os momentos que passam juntos, não o quanto consomem ou gastam justos.

Princípios serão o maior legado que você poderá deixar a seus filhos.


Mais informação para Você - Dinâmicas de Grupo




Atente à maneira como você interage


A habilidade de comunicação vai fazer toda a diferença neste momento. “A empresa quer conhecer o candidato. 

Para ela, o profissional ainda é uma folha em branco, por isso ele precisa saber se movimentar e mostrar os coloridos”, diz Liliane.


A voz não deve ser nem muito baixa nem muito alta. A forma de se comunicar, evitando informalidade em excesso, é essencial para você se sair bem, segundo as duas especialistas. “Não fale gíria, não use expressões inadequadas”, recomenda Matilde.


O importante, diz Matilde, é entender o que está sendo proposto pela dinâmica, entrar no contexto e participar. 

“Você precisa buscar espaço para se comunicar, o que não significa brigar por ele”, diz a especialista. Muito menos entrar mudo e sair calado.



Ou seja, você não precisa subir na mesa para falar, nem atropelar os outros candidatos para dar a sua opinião, apenas se comunique de forma assertiva e peça licença para falar e expor a sua opinião. Não tenha pressa em falar, observe também, saiba ouvir os outros. “Temos dois olhos e uma boca, é bom manter essa proporção”, diz Liliane.



Matilde explica que é comum, em algum momento da dinâmica, surgir uma discussão sobre um tema polêmico. “O objetivo é ver a reação dos candidatos”.


Ela recomenda que haja um cuidado para não se prejudicar ao expor pontos de vista de forma apaixonada. “O candidato deve defender a sua ideia, mas precisa tomar cuidado para não ser agressivo”, diz.


Tenha cuidado com a sua postura e com a maneira de se vestir


Ficar se mexendo na cadeira e fazer gestos bruscos vão contra o que as especialistas recomendam. “É preciso ter cuidado com a postura na hora de se sentar”, recomenda Matilde.


O dress code também é um ponto destacado pela especialista. “O jeito de se vestir mostra um pouco da personalidade”, diz Matilde. Por isso, prefira apresentar-se de forma mais alinhada e sem exageros.


Arrisque (um pouco)


Um toque de ousadia é a cereja do bolo em uma dinâmica de grupo já que aumenta as chances de você se destacar dos demais. “O candidato deve ser ousado em participar, fazer perguntas para o grupo, e ele não precisa ter todas as respostas na ponta da língua para isso”, recomenda Matilde. 

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-dicas-de-ouro-para-se-dar-bem-uma-dinamica-de-grupo