Geração Y no comando

5 defeitos da geração Y que podem virar qualidades

dados-feliz-e-triste
Positivo e negativo: se bem gerenciadas, falhas da geração Y podem virar vantagens competitivas
São Paulo - Pelo volume de críticas que recebe por todos os lados, a geração Y deveria estar com as orelhas constantemente vermelhas. Os jovens de hoje, insistem diversos especialistas, são superficiais, ansiosos, impacientes e egocêntricos.

Não é perseguição. Falar mal da juventude é um hábito antigo, de acordo com Sidnei Oliveira, especialista em conflitos de gerações.

Os “baby boomers”, que nasceram depois da 2ª Guerra Mundial, eram vistos como rebeldes e insubordinados pelos mais velhos. Mais tarde, a geração X, que veio ao mundo entre a década de 1960 e o começo dos anos 1980, levaria a pecha de consumista.

Mas nenhum jovem foi tão criticado quanto o Y, na opinião de Sidnei. “Houve uma tentativa exagerada de explicar essa geração, o que acabou levando a várias distorções”, afirma.

Ele diz que o estereótipo mais comum - e também o mais perverso - é o de que o jovem é um profissional pouco confiável. “São acusações exageradas, que trazem sobrecarga para quem está entrando no mercado de trabalho”.
 
Defeitos pelo avesso
 

Não que a geração Y não tenha suas fragilidades. "O jovem de hoje foi poupado a vida inteira pelos pais, então não está acostumado a perder, só a ganhar", diz Sidnei. Por isso, segundo ele, são justas as críticas à ansiedade crônica e à dificuldade para lidar com a frustração, dois traços típicos do grupo. 

A boa notícia é que um manejo estratégico dessas tendências negativas pode trazer resultados surpreendentes. Veja a seguir cinco defeitos frequentemente atribuídos à geração Y que podem ser traduzidos em vantagens competitivas:
 
1. Ansiedade
 

O problema, que não atinge apenas os jovens, pode ser canalizado em forma de energia para o trabalho. “A ansiedade é como um turbo, que você pode usar para acelerar qualquer coisa”, comenta Sidnei.

Além de servir como combustível para a ação, a ansiedade também pode tornar o jovem mais atento, detalhista e até estratégico. Isso porque, diz o especialista, a preocupação com o futuro pode ajudar o profissional a investir em planejamento e ampliar sua visão sistêmica de um problema.
 
2. Impaciência
 

De uma página da internet que não carrega a uma promoção na empresa que não chega, os mais novos odeiam esperar. Se bem gerenciada, essa inquietação pode estimular o autodesenvolvimento. “A vontade de subir rápido na carreira pode fazer com que o jovem  se mobilize para adquirir as competências que ainda não tem”, diz Sidnei.

Segundo Eline Kullock, especialista em geração Y, a impaciência também tem um lado bom se for aplicada à resolução de problemas e à inovação. “Ela promove a chamada 'raiva criativa', a angústia que leva ao aperfeiçoamento próprio e dos processos ao seu redor”, explica ela.
 
3. Superficialidade
 

Habituado à multitarefa, o jovem é acusado de ser incapaz de se aprofundar no trabalho. Mas a capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo pode ser um grande diferencial, segundo Sidnei. “Há um ganho de agilidade, desde que você saiba separar o trabalhos que permitem múltiplos focos e trabalhos que não permitem”, explica.

O rótulo de superficial também se aplica aos conhecimentos da juventude sobre o mundo. “A geração Y sabe um pouco sobre muitas coisas", diz Eline. "É uma cultura rasa por um lado, mas abrangente por outro". Trabalhando em equipe, os jovens podem somar uma quantidade imensa de referências, informações e pontos de vista, o que é essencial para a inovação, segundo a especialista.
 
4. Necessidade de feedback constante
 

O apetite do jovem por comentários - e elogios - sobre a sua performance pode ser irritante para alguns chefes e colegas. Por outro lado, a tendência pode estimular a autocrítica e favorecer aprendizados.

“O segredo é saber o que fazer com o feedback, principalmente com o negativo”, explica Eline. “Se for ouvido com humildade, ele pode servir como estímulo para crescer”.
 
5. Arrogância
 

É difícil tirar algo de positivo desse defeito, porque ele é muito mal visto socialmente. Mesmo assim, a característica pode ser traduzida em impetuosidade - uma postura que conta pontos a favor da carreira, na opinião de Sidnei.

"A autoconfiança nos torna mais propensos à experimentação e facilita nossa exposição a riscos, o que pode ser muito bom", diz ele. “Se o jovem souber aprender com as consequências disso, está no lucro”.

Fonte:  http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-defeitos-da-geracao-y-que-podem-virar-qualidades

UNQE Explica: BUSINESS PARTNER


Saiba mais sobre business partner

Qual é o papel do consultor interno na estrutura de RH?

Fernando Salinas, diretor de RH, e Sueli Campos, consultora de negócios, da Johnson & Johnson Medical

Fernando Salinas, diretor de RH, e Sueli Campos, consultora de negócios, da Johnson & Johnson Medical: um projeto piloto faz os consultores de RH circular também na área de especialistas
São Paulo - Quase duas décadas depois de David Ulrich ter lançado o conceito de HR business partner (BP), no livro Human Resource Champions, as empresas ainda confundem o papel desse profissional.

O guru da gestão de pessoas criou a figura do consultor interno de RH com o objetivo de aproximar o departamento da área de negócios. Em  sua visão, eles estariam tão alinhados às necessidades dos empresários que, em vez de medir os processos, passariam a mensurar resultados.

“Mas, nessa primeira tentativa das companhias de adotar a figura do BP, algumas não souberam como fazer”, afirma Roberta Yoshida, diretora de consultoria e gestão de capital humano da Deloitte. Ao que parece, no lugar de ser os ouvidos do negócio, o BP virou um grande “tirador de pedidos”. 

Nessa confusão de papéis, que vai do estratégico puro a uma espécie de operacional de luxo, o consultor interno acaba tendo um status diferente em cada empresa — o que se reflete diretamente em sua remuneração.

A pesquisa VOCÊ RH-Deloitte mostra que a variação salarial desse profissional é uma das maiores da área de RH: vai de 5 000 reais — o equivalente ao valor pago a um supervisor de treinamento e desenvolvimento — a 13 000 reais. 

Na nomenclatura, todos são business partners (ou consultores internos), mas aquele que recebe 5 000 reais está mais para um analista perdido numa grande unidade de negócios sem apoio do que de fato para um parceiro de negócios. 

Ao perceber que criaram um cargo sem uma função definida, algumas empresas estão redesenhando sua estrutura para que o consultor interno passe a ter um papel mais estratégico. “Companhias que passaram por essa tentativa e erro agora estão contratando BPs de nível mais sênior, com perfil gerencial”, afirma Roberta, da Deloitte.

Nesse novo perfil, o consultor interno deve ter conhecimento de grande parte dos processos de gestão de pessoas e tem de conhecer o negócio e discutir soluções. 

Foi o que aconteceu na ­Johnson & Johnson Medical. Há três anos, a empresa organizou a área de RH seguindo o modelo proposto por David Ulrich.

Hoje, seu departamento conta com uma equipe de business partner que atende unidades ou áreas de negócios, um grupo de especialistas (como de remuneração e benefícios), um centro de serviços transacionais de RH e o time corporativo. Nessa nova configuração, o BP virou um conselheiro do executivo para todos os temas referentes a negócios e pessoas.

Por isso, precisa ter amplo e profundo conhecimento dos negócios, o que não se obtém com menos de sete anos de experiência profissional. “O perfil do business partner é tão importante quanto a estrutura da área”, afirma Fernando Salinas, diretor de RH da Johnson & Johnson Medical.

O trabalho constante do BP é analisar quando deve usar as políticas já estabelecidas da companhia ou criar uma prática específica para aquela unidade e aquele cliente. Ao negar sempre o pedido do cliente, o BP perde a razão de existir. Mas, ao ceder toda hora, ele volta ao papel de tirador de pedido.

Como manter o equilíbrio? Segundo Vania Akabone, diretora de RH da ­Alcoa, o segredo está em fazer as perguntas certas. É comum  um gerente de negócios pedir um treinamento para a equipe. “Mas, quando o BP faz as perguntas corretas, percebe que não é a equipe necessariamente que precisa de treinamento, e sim o líder é quem precisa de uma reciclagem, ou é a área que precisa de uma mudança nas posições”, diz Vania. Para ensinar o BP a fazer as perguntas certas, a ­Alcoa mantém um treinamento específico aos consultores de RH.

Na J&J Medical, os três ­business partners da unidade estão passando por um projeto piloto que também serve para desenvolvê-los. Além das áreas de negócios que atendem como consultores, eles receberam um “segundo chapéu”, de processos de RH. Sueli Campos, além de BP para o negócio cardiovascular, corporativo e excelência comercial, cuida do processo de gestão de performance, desenvolvimento e talentos da Medical no Brasil. 

Como segundo chapéu, a questão de talentos ocupa apenas 20% de seu tempo, mas permite que ela converse com os especialistas em recrutamento para falar do programa de trainee da J&J Medical.
“Além de garantir o movimento profissional dos BPs e promover aprendizado constante, o projeto cria uma empatia nos profissionais”, diz Fernando Salinas. Assim, o BP tem consciência do que o especialista faz, o que facilita a relação entre ambos.

Fonte:  http://exame.abril.com.br/revista-voce-rh/edicoes/27/noticias/business-partner-longe-do-mundo-ideal

Atitude na derrota e no sucesso isso faz diferença

8 histórias que provam: o sucesso vem com derrotas

Walt Disney teve de comer comida de cachorro para economizar dinheiro, Oprah Winfrey foi demitida de uma emissora de TV, e J. K. Rowling enfrentava uma depressão enquanto escrevia Harry Potter

Não é sempre que o sucesso vem fácil. Na maior parte das vezes, ele só dá as caras depois de muito esforço e muitas tentativas fracassadas. A regra é bem ilustrada por uma frase de Wiston Churchill: "o sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo". Veja, a seguir, as histórias de pessoas que se deram bem na vida - mas não sem antes passar por bons bocados.
A apresentadora Oprah Winfrey  (Foto: Getty Images)
 
1. Oprah Winfrey
A maior apresentadora da televisão americana chegou a ser demitida de uma emissora no início de sua carreira. No começo da década de 1980, Oprah trabalhava como âncora de um jornal do canal WJZ-TV, a TV local da cidade de Baltimore, do estado de Maryland. Segundo seu chefe, ela se deixava envolver demais nas histórias que contava em seu programa e, por isso, foi mandada embora.
Poucos anos depois, em 1986, seu talk show, o Oprah Winfrey Show, começava a ser exibido em cadeia nacional. O programa foi renovado até à 25ª temporada e rendeu à apresentadora muitos prêmios de reconhecimento, inclusive sua primeira aparição na lista da revista Time de pessoas mais influentes do mundo. Além desta, Oprah passou a figurar também em outro importante ranking: o dos mais ricos do mundo. Segundo a revista Forbes, o patrimônio da americana é de US$ 1,4 bilhão.

 

O ator Harrisson Ford (Foto: Getty Images)
 
2. Harrisson Ford
A primeira vez que Harrisson Ford apareceu no cinema foi para fazer um pequeno papel em "O Ladrão Conquistador", de 1966. Da estreia, no entanto, não vieram grandes oportunidades para o ator. Com uma esposa e dois filhos para manter, ele largou tudo, em 1970, para se tornar carpinteiro - uma profissão que ele julgava mais estável financeiramente.
Coincidência ou não, Ford começou a construir gabinetes para o cenário de "Loucuras de Verão", filme dirigido por George Lucas, em 1973. O contato com o diretor lhe rendeu uma participação no longa e, mais para a frente, o papel de Han Solo em "Star Wars IV: Uma Nova Esperança". Conhecido também por sua atuação em Indiana Jones e Blade Runner, o artista possui, hoje, dois recordes hollywoodianos no Guinnes Book: o de ator que gerou o maior lucro de bilheteria e o de ator com mais filmes que ultrapassaram a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos.

O comediante Tim Allen (Foto: Getty Images)
 
3. Tim Allen
Pouca gente sabe, mas Tim Allen passou dois anos preso por posse e tráfico de cocaína. A prisão ocorreu pouco depois de Allen iniciar sua carreira como comediante - ele fazia apresentações de stand up comedy em casas noturnas de Detroit.
Em sua condenação, Allen recebeu uma sentença reduzida após concordar em testemunhar contra seu parceiro no tráfico. Ele cumpriu pena na Prisão Federal de Sandstone, onde se tornou conhecido por conquistar tanto os guardas quanto os prisioneiros mais difíceis com seu senso de humor.

  O tenor italiano Andrea Bocelli  (Foto: Getty Images)
 
4. Andrea Bocelli
Antes de se tornar tenor, Andrea Bocelli se apresentava em bares da cidade de Pisa, na Itália. O dinheiro que ganhava à noite garantia não só o pagamento das aulas de canto, mas também da faculdade de direito que ele cursava.
Depois de se formar, em 1987, e trabalhar durante um ano como advogado, Bocelli optou pela música como carreira definitivamente. Ele começou a ter aulas de canto com o maestro Luciano Bettarini e passou a se dedicar ao canto em tempo integral.
Tanto trabalho teve retorno. Quatro anos depois de iniciar suas lições com Bettarini, quando já tinha 33 anos, a voz do cantor chegou aos ouvidos de Luciano Pavarotti. O experiente cantor se tornou "padrinho" da carreira de Bocelli.

O cineasta e produtor cinematográfico, Walt Disney  (Foto: Getty Images)
 
5. Walt Disney
Acredite se quiser: muito antes de o Mickey ser criado, Walt Disney foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua "falta de imaginação e boas ideias". Ele trabalhava como ilustrador de anúncios publicados nas páginas do veículo.
Quando saiu do emprego, em 1921, ele se juntou ao seu irmao Roy e o amigo Ub Iwerks para fundar a produtora Laugh-O-Gram, que criava animações de contos de fadas - a predecessora do Walt Disney Studios. Os desenhos feitos pelo trio começaram a ser exibidos nos cinemas da cidade do Kansas antes das sessões de filmes.
Durante um período, o estúdio fechou um acordo com uma distribuidora de Nova York que apenas pagava pelas animações seis meses depois de recebê-las. Foram tempos difíceis para Disney, que precisou reduzir as despesas e a equipe ao máximo para fazer a empresa sobreviver. O ilustrador não poupou esforços: no final do ano de 1922, ele estava morando no escritório da Laugh-O-Gram, comendo comida de cachorro e tomando banho uma vez por semana em uma estação de trem.
Depois de fazer uma animação sobre higiene dental para um dentista da região, Disney obteve dinheiro o suficiente para levar a Laugh-O-Gram para Hollywood, em 1923. Lá, o estúdio fechou um contrato com Universal Studios, que passou a comprar e a exibir as animações da equipe. Foi nesse período que Disney criou um de seus importantes personagens, o Coelho Osvaldo, que se tornou bastante popular quando foi lançado.
O ilustrador, no entanto, não colocou sua assinatura no desenho do pequeno coelho - uma brecha que permitiu à Universal roubar a figura, levando consigo a equipe de desenhistas do Laugh-O-Gram. Quando isso ocorreu, Disney enviou um telegrama ao seu irmão dizendo para ele não se preocupar, pois ele já tinha um novo personagem em sua mente: Mickey Mouse. O sucesso obtido pelo camundongo tirou o ilustrador e seus sócios da miséria.

O co-fundador da Apple, Steve Jobs (Foto: Getty Images)
 
6. Steve Jobs
A história de como a Pixar foi criada começa com um fato intrigante: a demissão de Steve Jobs da companhia que ele próprio fundou, a Apple.
É conhecido o fato de que Jobs não era um chefe fácil. Pelo contrário, ele era extremamente exigente e tinha uma maneira cruel de cobrar seus funcionários. Esse jeito tornou sua imagem desgastada no conselho da empresa, que, chefiado por John Sculley, optou por uma reestruturação. Nela, Jobs não teria o controle de nenhuma divisão, mas poderia ficar na empresa com o título de presidente do conselho. O empresário não aceitou e saiu da Apple.
Um ano depois, em 1986, Jobs comprou um estúdio de computação gráfica chamado Lucasfilm. Rebatizada de Pixar (uma mistura das palavras pixels e arte), a empresa desenvolveu uma parceria estratégica com a Disney, com a qual criou, produziu e lançou animações de 3D de sucesso, começando com Toy Story.

A escritora J. K. Rowling (Foto: Getty Images)
 
7. J. K. Rowling
Joanne Rowling, ou J. K. Rowling, era mãe solteira e estava desempregada quando começou a escrever sobre Harry Potter, seus amigos e a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Ela conta que a figura do bruxo com uma cicatriz em formato de raio na testa surgiu inesperadamente em sua cabeça, durante uma viagem de trem em 1990. A história criada ao entorno do personagem Harry Potter ajudava Rowling a passar o tempo, enquanto enfrentava uma depressão e dificuldades financeiras.
A escritora apresentou "Harry Potter e a Pedra Filosofal", o primeiro livro da sequência, a oito editoras diferentes antes de conseguir publicá-lo, em 1997, pela Bloomsbury Press. A obra conta hoje com mais de 120 milhões de cópias comercializadas.
Toda a série Harry Potter foi traduzida para mais de 67 idiomas e vendeu cerca de 1 bilhão de exemplares até dezembro de 2011. Com o grande sucesso de seus livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura.

Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e principal acionista da Máquina de Vendas (Foto: Época NEGÓCIOS)
 
8. Ricardo Nunes
“A dificuldade faz a gente aprender mais rápido”. A frase é de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e o principal acionista da Máquina de Vendas. O empresário sabe bem do que fala: seu pai morreu aos 40 anos, fazendo com que ele, filho mais velho, começasse a trabalhar para ajudar a mãe com a renda da casa.
Nunes começou, então, a vender tangerinas na porta de uma faculdade. Em pouco tempo, notou que muitas pessoas não compravam as frutas porque não queriam descascá-las. Assim, passou a vender tangerinas descascadas.
Depois de algum tempo, o empresário começou a vender liquidificadores. Vendo que existia muita concorrência no mercado, optou por uma estratégia intrigante: cobrir qualquer oferta. Por causa disso, ele conta que perdeu muito dinheiro com os liquidificadores. O lado bom era que os clientes que vinham à loja acabavam saindo de lá com outros produtos. 
No final das contas, as teorias aplicadas na venda de tangerinas e no comércio de liquidificadores deram resultado. Nunes hoje está à frente de uma rede de varejo que fatura R$ 9 bilhões por ano.

Fonte:  http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2013/06/nove-historias-que-provam-o-sucesso-vem-com-sacrificios.html
Para compartilhar esse conteúdo, por favor, utilize o link http://www.valor.com.br/carreira/3952344/empresas-reconhecidas-por-gestao-de-pessoas-tem-acoes-mais-valorizadas ou as ferramentas oferecidas na página.
Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.
Para compartilhar esse conteúdo, por favor, utilize o link http://www.valor.com.br/carreira/3952344/empresas-reconhecidas-por-gestao-de-pessoas-tem-acoes-mais-valorizadas ou as ferramentas oferecidas na página.
Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.

Mudar é possível

Mudanças à vista

Quatro aprendizados sobre mudança que coletei durante a minha vida pessoal e profissional 


Na hora de mudar, é preciso escolher qual o melhor caminho a seguir
 
Na hora de mudar, é preciso escolher qual o melhor caminho a seguir












Agora que o carnaval passou e o ano começa de verdade tenho percebido um tema que domina vários dos meus encontros ultimamente: a mudança

Tanto no plano profissional, como no pessoal, até mesmo com o destino do Brasil, queremos, necessitamos ou estamos sendo empurrados a fazer mudanças.

Quaisquer das três alternativas acima fazem o tema ser fundamental em nossas vidas
Pensando nisso, resolvi compartilhar com vocês quatro aprendizados sobre mudança que coletei durante a minha vida pessoal e profissional.

1 - Mudar é difícil
Quantas vezes queremos comer menos, fazer mais exercícios, aprender uma nova língua e cursar um MBA. Mas, depois do entusiasmo inicial, nada acontece. Hábitos adquiridos que, em algum momento geraram uma recompensa mental, se estabelecem rapidamente, criando padrões e rotinas que lutamos para combater.

Temos até a vontade de mudar, mas a verdadeira mudança exige uma série de atitudes e competências que, às vezes, parece distante da nossa capacidade. Recomendo dois livros interessantes sobre mudança. O primeiro deles é o best-seller “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg. O segundo é “Switch”, dos irmãos Chip e Dan Heath.

2 - Mudar é preciso
Se tudo a nossa volta muda, precisamos mudar para acompanhar esse movimento. Às vezes, pensamos ou queremos que as coisas permaneçam da mesma forma, mas a mudança e inevitável. Uma forte comprovação disso, somos nós mesmos. Um dia desses, olhando algumas fotos, fiquei pensando em como mudei. Nem tanto porque quis, mas pelo ciclo natural da vida.

Entender que tudo se movimenta amplia a nossa consciência da necessidade de fazermos mais mudanças. No plano profissional, novas tecnologias pressionam  por mudanças, trazendo novos concorrentes e ampliando desejos e necessidades dos clientes. Muda a empresa, mudam os chefes e muda a prioridade. Tudo está mudando cada vez mais rápido.

3 - Mudar vem de dentro
Para efetivarmos uma mudança não adianta esperar que ela caia do céu. Somos nós quem fará a mudança. Podemos até buscar ajuda, na maioria das vezes necessária, de um coacher, amigo ou familiar mais próximo. Assim não faça outsourcing daquilo que não dá e assuma o destino da sua trajetória de mudança.

4 - Só pode entrar algo novo, quando há espaço
Facilita muito um processo de mudança, quando procuramos criar um espaço mental para que um hábito novo e mais saudável se estabeleça. Para isso, acalmar a mente, dar algumas paradas ao longo do dia para refletir como anda sua vida ou simplesmente prestar atenção na sua respiração entre uma reunião e outra criam sementes positivas para que esse espaço apareça e a tão desejada mudança comece e germinar.



Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20150310/mudancas-vista/6318.shtml
 

Você sabota seu crescimento?

Como se dar conta de que você está sabotando sua carreira

Depois de duras perdas, a especialista em carreira Karen Berg conseguiu identificar e superar comportamentos autodestrutivos. Agora, ela ajuda outras pessoas a fazer o mesmo

Estresse (Foto: Thinkstock)
 
Em 2001, Karen Berg estava no topo do mundo. Por causa do sucesso de sua empresa de coaching, situada em Nova York, a CommCore Strategies, ela viajou o mundo ajudando CEOs e outros gestores de negócios a melhorar suas formas de comunicação e, por consequência, o sucesso do negócio.

Então, o impensável aconteceu. O filho único de Karen, Alex Berg, morreu de repente, em 2001. Mesmo aflita, ela decidiu manter o ritmo de trabalho de sua empresa, em vez de dar uma freada. Ela era boa no que fazia e acreditou que as tarefas profissionais a distrairiam de sua tristeza. Karen tinha um bom time e contou com a ajuda dele para manter tudo funcionando durante seu período de crise.

De alguma forma, porém, Karen sabia que estava negando o fato de não ser capaz de manter as rédeas do negócio totalmente sob seu controle nesse período. No fundo, percebeu que estava oferecendo liberdade demais aos diretores. Ela também desconfiava estar ignorando seu medo de se sentir incapaz de tocar o negócio depois de uma perda tão grande. Agora, olhando para trás, Karen diz que deveria ter contratado um consultor de sua confiança ou um braço direito que ficasse de olho em tudo. Mas não o fez. E, em 2002, sofreu outra perda. 

Muitos de seus funcionários deixaram a empresa para abrir seu próprio negócio, levando a maioria dos clientes mais importantes com eles. Isso praticamente devastou sua companhia.

“Não é fácil dizer: ‘Ah, acho que vou me reinventar’. Então, eu sei, em um nível profundo e visceral, o que significa cometer erros tão grandes e, depois, recalibrar sua vida”, diz ela.
 

Vários anos após a morte de seu filho, Karen ingressou em um grupo de apoio, na tentativa de encontrar uma saída criativa. À medida que ela conhecia novos membros do grupo, percebia que muitos deles tinham comportamentos de autossabotagem, similares aos que ela teve durante sua crise pessoal.

“Eu estava vendo as pessoas ao meu redor – inteligentes e talentosas – caírem por causa dos próprios demônios”, diz. Testemunhou colegas sofrerem por consequência de um medo limitador ou de uma extrema desorganização e negação. Os custos desses comportamentos iam de carreiras prejudicadas a relações arruinadas.

À essa altura, Karen havia reconstruído seu negócio. A partir de então, ela direcionou seu trabalho de coach para a superação de atitudes autodestrutivas e autossabotadoras. A empresária descreve seu novo trabalho no recém-lançado livro Your Self-Sabotage Survival Guide: How to Go from Why Me? to Why Not?. Sua história foi contada na revista Fast Company. A seguir, algumas dicas para evitar comportamentos que podem atrapalhar seu caminho profissional.

Nomeie sua sabotagem

Ao longo de sua carreira, Karen viu todo tipo de autossabotagem em seus clientes. O padrão de minar a própria autoconfiança pode assumir várias formas, incluindo a do medo, da procrastinação, da impulsividade e da arrogância, ou mesmo a negação. Ela conhece bem tudo isso. Para identificar o cerne de como você está se sabotando, é preciso reconhecer os comportamentos destrutivos que adota.

Para isso, reflita sobre o que está impedindo que você atinja seus objetivos. Talvez o medo o impeça de persegui-los. Talvez a desorganização o atrapalhe na hora de organizar seu tempo. 

Observe as atitudes e os sentimentos que o estão segurando, e nomeie-os.
 
Pese o custo de sua sabotagem

Karen foi forçada a confrontar sua negação quando ela quase perdeu seu negócio. Qual é o custo atual ou potencial de sua autossabotagem? A empresária encoraja os clientes a focarem nos temas com os quais eles realmente querem se comprometer, e a pensar na forma como suas carreiras e suas vidas pessoais podem avançar se puderem abandonar os comportamentos destrutivos.

Quanto essas questões estão custando em relação a oportunidades perdidas ou estresse, por exemplo?
 
Mude o foco de seus pensamentos

O autoflagelo só vai piorar a autossabotagem. Repreender-se, se comparar aos outros e se deixar levar por pensamentos destrutivos só vai fazer você se sabotar ainda mais, diz Karen. 

Ela sugere que  você escreva seus objetivos (se possível, publique em um jornal) e se empenhe em transformar os pensamentos negativos. Quando experimentar vitórias na superação de comportamentos autossabotadores, escreva sobre eles e celebre-os.
 
Encontre a ajuda certa

Ter perdido o filho e se ver obrigada a reconstruir sua empresa fez de Karen uma pessoa mais empática, o que, consequentemente, a tornou uma coach melhor. Para alguns, a autossabotagem que se manifesta em comportamentos extremos ou destrutivos pode exigir a ajuda de um profissional de saúde. Outros  descobrem que o processo de coaching pode ajudá-los a encontrar o cerne da razão que os leva a essas atitudes.

Às vezes, você pode encontrar a ajuda que precisa em sua rede de relacionamentos. Há pessoas que o conhecem, respeitam e estão dispostas a ser honestas com você, sem medo de ferir seus sentimentos. Estes podem ser convocados para apontar suas atitudes de autossabotagem. Busque essas pessoas em sua vida e, ao encontrá-las, peça sua ajuda.

Fonte:  http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/03/como-se-dar-conta-de-que-voce-esta-sabotando-sua-carreira.html

Motivação e Crise combinam??

Como se manter motivado em um ano de crise

Motivação
Está em todos os lugares: 2015 será um ano difícil para a economia e para a maioria dos negócios. A expectativa é de baixo crescimento do PIB neste ano que se inicia.
Isso significa poucos investimentos e resultados mais modestos. Como sempre ocorre em períodos assim, a pressão no trabalho aumenta, o talento é questionado, as perspectivas de crescimento profissional ficam distantes e um clima ruim baixa nos escritórios. Chefes vão gritar, demissões vão ocorrer e decisões duras serão tomadas. Nós já sabemos disso. A questão é como enfrentar 2015.

São duas opções: deixar o pessimismo tomar conta ou reagir. Esta reportagem é para quem escolheu o segundo caminho. “O ano de 2015 será de ajustes, mas isso não é uma desculpa para se abater”, diz Walter Schalka, presidente da Suzano. “As pessoas não podem assumir uma postura conformista, devem enfrentar a situação.” 

Não se trata de adotar uma atitude ingênua, mas de encarar a realidade e de fazer o seu melhor. Aproveitar, também, para mostrar as habilidades que momentos de crise exigem: resiliência, capacidade de improvisar, coragem.

A atitude positiva ajuda os profissionais a se destacar e a colher os frutos quando a crise passa. “Manter a motivação é fácil quando tudo está bem. Quem tiver essa postura agora será reconhecido”, diz José Cláudio Securato, da Saint Paul, escola de negócios de São Paulo. 

Manter o pique não será fácil. Mesmo para os que começam o ano com o ânimo revigorado, enfrentar as más notícias cansa. Segundo a consultora carioca Patricia Cotton, nesses momentos surge com mais facilidade o ciclo do tédio, composto de três fases. A primeira é a felicidade diante do novo, quando alguém acaba de ser promovido ou muda de emprego e fica feliz em ter de se adaptar a uma realidade diferente.

A segunda é a sensação de estagnação, quando tudo começa a funcionar normalmente e as pessoas sentem que estão entrando em uma zona de conforto. A terceira é o tédio de fato, quando o desânimo toma conta. Em um ano em que pouca coisa acontece, é grande o risco de cair na apatia de esperar passivamente as coisas melhorarem.

O antídoto para esse problema é a transformação. “As pessoas ficam infelizes porque se deixam levar pela inércia”, diz Patricia, que deixou uma carreira em departamento de mar­keting de empresas como PDG, Beleza Natural e Globosat e foi estudar o ciclo do tédio na Alemanha, na Berlin School of Creative Leadership.

A lição mais importante para quem quer ter uma vida diferente é manter a disciplina na transformação. “Tudo começa com a ousadia, mas só dá certo se você mantém o zelo com sua intenção inicial”, diz Patricia.

A transformação não precisa ser radical. É importante, aliás, manter seus alicerces para não se desestruturar. “A mudança é como a acupuntura: ninguém coloca agulhas no corpo todo para resolver um problema”, afirma Patricia. “Primeiro você precisa descobrir qual é o ponto estratégico para mudar o sistema.”

E esse ponto estratégico pode ser algo simples, como uma mudança de atitude no modo como encara os problemas, uma guinada na rotina para ter mais qualidade de vida ou um ajuste fino na carreira para encontrar o verdadeiro propósito. 
 
Pense diferente
O cenário está mais complicado e desafiador. Quanto antes você se der conta e começar a pensar em soluções e em novas maneiras de agir, menos doloroso será o processo de adaptação.

Com o dinheiro mais curto, as empresas ficam atentas para quem consegue propor inovações (e principalmente redução de custos). “O desafio é sair da mesmice e atuar de maneira mais criativa”, diz Adriana Prates, presidente da Dasein Executive Search, empresa de recrutamento de Belo Horizonte.

Invista energia naquilo em que você tem o poder de mudar. “Se a perspectiva é faturar menos, o funcionário deve pensar em maneiras de ganhar produtividade, por exemplo”, diz Mariane Guerra, vice-presidente de RH da ADP, empresa especializada em gestão de pessoas, de São Paulo. Mas tome muito cuidado.

O custo do erro costuma ser alto durante esses períodos. As novas ideias devem ser embasadas em pesquisas profundas e consistentes. Corra riscos calculados. “Caso a ideia dê errado, pelo menos será possível ter argumentos de que era a hipótese mais acertada no momento”, afirma Adriana.
 
Explore o talento
O profissional precisa refletir sobre seus pontos fortes e sobre como pode contribuir para ajudar a empresa a passar por um período delicado.
 
Você será lembrado por aquilo que fizer bem. “Em momentos de crise, pessoas escondidas nos bastidores têm a chance de mostrar que são úteis”, diz Adriana, da Dasein.
 
É hora de criar coragem e mostrar sua capacidade. Só tome cuidado para não agir como um salvador da pátria e propor algo que você não conseguirá fazer.
 
Busque a sabedoria
Não será a primeira vez que o Brasil passará por um período difícil. Muito pelo contrário. Cole nos profissionais experientes e aprenda com eles as estratégias, os argumentos e os truques que funcionam em fases de baixo crescimento.
 
Aliás, num mundo que está saindo de uma crise internacional, há casos de superação em toda parte. Vale pesquisar histórias de quem superou alguma crise. Converse e aprenda.
 
Se o dia a dia está pesado e os problemas não param de surgir, mantenha a motivação pensando no futuro. A crise vai passar uma hora. Pense nas boas coisas que poderão ocorrer, seja no trabalho ­atual, seja na vida pessoal, seja numa eventual mudança de rumo que está começando a ser planejada. 
 
Tudo isso sem perder o foco no presente, claro, pois o trabalho precisa ser entregue. “Uma hora a crise passa, e ter algo importante em vista é uma ótima maneira de deixar de lado as agruras do dia a dia”, diz Irene Azevedo, diretora de negócios da LHH|DBM, de São Paulo. 
 
Mantenha  a calma 
Em momentos de crise, a pressão aumenta e os ânimos se exaltam. A ameaça de demissão e as deslealdades de colegas aparecem com maior frequência. Tente controlar a ansiedade.
 
Na hora do nervosismo, o cérebro não funciona direito, o que piora a qualidade das decisões tomadas. “Uma situação estressante faz as pessoas agir com emoção”, afirma Camila Pires, diretora da Rede Indigo, empresa de desenvolvimento humano, do Rio de Janeiro. “Precisamos analisar as situações com base em fatos, e não em suposições e percepções.” 
 
Resista ao baixo-astral
 
Sim, haverá momentos de desânimo em várias ocasiões neste ano. Mas evite que os pensamentos negativos fiquem o tempo todo em sua cabeça. “Não é para exagerar no otimismo e se tornar uma pessoa alienada”, diz Pamela Magalhães, psicóloga de São Paulo. 
 
Só que não adianta mergulhar nas possibilidades negativas desconsiderando seu trabalho e seu potencial. “Encontre o gatilho que desencadeia o pessimismo e busque apoio, interno e externo, para lidar com a situação”, diz Camila, da Rede Indigo. 
 
Jogue com lealdade
Em tempos de apreensão e insegurança, é natural que a competitividade aumente — todo mundo quer mostrar que é indispensável. Mas uma rivalidade excessiva com os colegas piora o clima, que já está ruim.
 
Seja realista, faça um bom trabalho, mas cuide para não deixar o medo de perder o emprego transformá-lo em uma pessoa ruim. “Faça uma gestão pela esperança, não pelo medo, e não espere que seu chefe seja o fio condutor disso, pratique no dia a dia”, afirma Adriana, da Daisen.
 
As empresas têm valorizado pes­soas que, independentemente do cargo que ocupam ou do crachá, conseguem unir as equipes e proporcionar um clima agradável — principalmente em épocas difíceis de crise. 
 
Olhe para os lados 
Muita gente tende a tomar os próprios sentimentos como referência. Trata-se de uma má leitura do ambiente, principalmente quando o profissional se impressiona excessivamente com o cenário negativo.
 
É preciso tirar o viés pessoal das análises racionais. Faça um esforço para enxergar, de fato, o que ocorre na empresa e no mercado. Isso amplia as possibilidades e suas referências.
 
Se seu chefe está pessimista, busque inspiração em pessoas que pareçam acreditar mais que as coisas poderão dar certo. Pode ser um colega, um cliente ou, em muitos casos, o presidente da empresa. 
 
Evite comentários negativos
O cenário é difícil, mas ficar o tempo todo dizendo que vai dar tudo errado, além de ser chato, contamina o ambiente e amplifica o pessimismo, que só vai prejudicar ainda mais a produtividade. “Diante de um problema, as pessoas só pensam no sofrimento, e nada é criado”, diz a psicóloga Pamela. 
 
Viva um dia de cada vez e pense no que pode ser feito para que as coisas melhorem — não o contrário. Bom senso é fundamental quando se trabalha em equipe. 
 
Cuide da saúde
O momento atual exige esforço e dedicação, mas sem deixar a vida pessoal de lado. Por mais estressantes que os dias de trabalho estejam, não descuide de sua saúde e de sua vida afetiva.
 
A falta de sono, o estresse e o sedentarismo diminuem a produtividade e aumentam a incidência de doenças. E não dá para ficar com a disposição em baixa quando a empresa mais precisa que você trabalhe no auge de sua capacidade. 
 
Seja mais produtivo 
Períodos de instabilidade exigem produtividade alta. É hora, então, de analisar os problemas que prejudicam sua eficiência e fazer ajustes para solucioná-los. “É preciso entregar mais, e não ficar se justificando porque não fez”, diz Adriana, da Dasein.
 
Quem se destaca são os que mostram capacidade de fazer mais. Entregar bons resultados é a melhor estratégia para ter visibilidade — e fugir da demissão. Tente se planejar e fazer uma gestão de risco sobre suas entregas. “Não deixe o mais difícil para o final.”
 
Improvise
Em períodos de instabilidade, o trabalho e as demandas mudam muito. Por isso, é preciso ser flexível no modo de agir e acreditar que o que ficou para trás ficou. “Vale a lei de que não são os mais inteligentes que sobrevivem, mas os que se adaptam melhor”, diz Irene, da LHH|DBM, do Rio de Janeiro.
 
Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/199/noticias/como-se-manter-motivado-em-um-ano-de-crise

Gestão Administrativa

Gestão Administrativa


Descrição do curso:

Ensino recursos humanos, gestão de pessoas, departamento pessoal, folha de pagamento, administração, secretariado, contabilidade

Metodologia

serão aulas presenciais dinâmicas, com a prática do dia a dia e tendências do mercado in company ou em nossa unidade em osasco sp.

Programa:

liderança, organização de pessoal, motivação, técnicas de arquivamento, tributos, folha de pagamento, rescisão e admissão.

Gestão de Carreira

Gestão de Carreira

Descrição do curso:

Ensina a como gerir sua própria carreira, como desenvolver seu potencial profissional, se manter empregável com competitividade, elaborar seu currículo, habilita o profissional para participar com eficiência de processos seletivos, emite feedback pontuais e eficazes.

Metodologia

As presenciais dinâmicas, trazendo a realidade empresarial e abordando temas de relevância empresarial.

Programa:

dinâmicas de grupo, entrevista para emprego, elaboração de currículo, ética profissional, motivação, empregabilidade.

Motivação e Coaching

Motivação e Coaching

Descrição do curso:

Colabora para seu desenvolvimento profissional e pessoal auxiliando na organização de um plano de ação para gerenciar sua carreira, utiliza técnicas de coaching, auto motivação, elaboração de metas, feedback, conscientização da auto sabotagem e técnicas para eliminá-la.

Metodologia

Encontros presenciais, elaboração de rotinas, mensurar resultados.

Programa:

Serão realizados encontros presenciais nos quais serão elaborados planos de ações para seu dia a dia com rotinas viáveis para seu estilo de vida e interesses profissionais e pessoais.