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12 truques de linguagem corporal para entrevistas de emprego

Recados inconscientes

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Recados inconscientes

São Paulo - As variáveis para o sucesso numa entrevista de emprego são muitas. Mas há um componente crítico que permanece inconsciente para a maioria dos candidatos: a imagem transmitida pela linguagem corporal.

Como você se senta na cadeira? Onde concentra o seu olhar? Qual é a sua expressão facial enquanto fala?

De acordo com Paulo Sérgio Camargo, especialista no assunto, muitos recrutadores são treinados para interpretar os sinais transmitidos pela postura física dos candidatos. 

No entanto, a influência dos sinais do corpo é garantida mesmo que o seu avaliador não conheça tão bem o assunto. "Ele sempre será impactado pela linguagem corporal do entrevistado, seja num nível consciente ou inconsciente", explica.

A boa notícia é que é possível evitar alguns recados indesejáveis. E você nem precisa sacrificar a sua espontaneidade - basta saber o que alguns gestos e posições normalmente representam e evitá-los na próxima vez que for entrevistado.

Nesta galeria, você conhecerá 12 detalhes que podem mudar radicalmente as mensagens que você passa com o corpo num processo seletivo.

As informações são do especialista Paulo Sérgio Camargo e do livro "A linguagem corporal no trabalho", de Allan e Barbara Pease (Editora Sextante).

Cumprimente todos com um leve sorriso

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Cumprimente todos com um leve sorriso

Ao entrar na sala, o primeiro recado que você passa está no seu rosto. Sorrir suavemente para todos os presentes denota segurança e simpatia.

"Pode parecer um detalhe irrelevante, mas o sorriso é uma arma poderosíssima para criar um vínculo interpessoal imediato", afirma Camargo.

Evite apertos de mão por cima da mesa

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Evite apertos de mão por cima da mesa

A forma de trocar um aperto de mão contém muito mais mensagens do que você imagina. Segundo Allan e Barbara Pease, autores do livro "A linguagem corporal no trabalho" (Sextante), é importante evitar o cumprimento por cima da mesa do entrevistador.

Tudo porque a posição fará com que você receba um aperto de mão com as palmas viradas para baixo - o que o colocará simbolicamente numa posição inferior em relação ao entrevistador.

Para escapar desse "papel", o ideal é se aproximar da mesa, dar um passo à esquerda e cumprimentar o outro com a sua mão por cima. 

Mantenha a coluna reta

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Mantenha a coluna reta

Enquanto você está sentado, o ideal é manter as costas eretas ou ligeiramente inclinadas na direção do outro. Essa postura denota equilíbrio e interesse na situação, segundo Camargo.

É perigoso se recostar para trás ao ouvir uma pergunta. "Mostra defensividade, como se você não gostasse do que está sendo dito", explica o especialista. Agarrar os braços da cadeira é outra postura a evitar, porque pode transmitir ansiedade, tensão e insegurança.

Faça contato visual nas horas certas

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Faça contato visual nas horas certas

Ao fazer ou responder perguntas, não desvie o olhar do interlocutor nem abaixe a cabeça. De acordo com Camargo, o ideal é olhar para o rosto do entrevistador durante cerca de 70% do tempo, com foco no triângulo entre os olhos e a boca.

Embora o cuidado seja essencial para transmitir confiança, é preciso tomar cuidado com a dose. Se você fixar exageradamente o olhar na outra pessoa, diz o especialista, ela pode se sentir desconfortável e constrangida. 

Tenha uma expressão facial neutra

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Tenha uma expressão facial neutra

Você costuma fazer todo o tipo de caretas quando fala sobre algo desagradável? É bom frear essa tendência enquanto você estiver diante de um entrevistador.

Não que você deva ficar com um rosto inexpressivo. "O ideal é manter uma expressão serena, confiável e neutra, a famosa 'poker face' que vemos nos filmes", afirma Camargo. 

Elimine hábitos que denotem nervosismo

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Elimine hábitos que denotem nervosismo

Na hora da entrevista, evite mexer no celular, roer unhas, morder a ponta de uma caneta ou brincar com colares, relógios e pulseiras.

Segundo Barbara e Allan Pease, candidatos que não conseguem manter as mãos em repouso durante a conversa são frequentemente percebidos como inseguros e ansiosos.

Gesticule enquanto fala (sem exagerar)

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Gesticule enquanto fala (sem exagerar)

As suas mãos não precisam ficar completamente paradas durante a entrevista. Gestos são permitidos - e até aconselháveis - caso acrescentem expressividade à sua fala.

Mas é bom ser econômico. "Gesticular demais pode tirar a atenção do recrutador sobre a sua fala e transmitir uma ideia de que você é uma pessoa pouco equilibrada, muito teatral", diz Camargo.

Não cruze os braços

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Não cruze os braços

Além de denotar impaciência, cruzar os braços na frente do corpo pode causar a impressão de que você está querendo se defender do outro.

De acordo com Camargo, a posição é especialmente desaconselhável quando você é o foco, ou seja, quando é a sua vez de falar ou perguntar algo.

Faça movimentos discretos de concordância com a cabeça

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Faça movimentos discretos de concordância com a cabeça

De acordo com Camargo, é importante fazer pequenos sinais de concordância com a cabeça enquanto ele fala. "Isso demonstra interesse e facilita a conexão pessoal com o entrevistador", explica.

Também vale tomar cuidado com o queixo: o ideal é que ele fica na posição horizontal, paralelo ao chão. Se você ficar com a cabeça inclinada para baixo, pode transmitir cansaço ou desânimo.

Não use a bolsa como escudo

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Não use a bolsa como escudo

Vai levar uma bolsa ou pasta para a entrevista? Carregue-a sempre ao lado do corpo. Segundo Allan e Barbara Pease, o ideal é deixá-la à esquerda, para deixar a mão direita livre para apertos de mão. 

Ao se sentar, é uma péssima ideia colocar o objeto na frente do corpo, como uma barreira entre você e o recrutador. "Isso transmite uma impressão de insegurança e ansiedade, pois deixa claro que está tentando se proteger e disfarçar o nervosismo", escrevem os autores.

Incline-se para frente ao ouvir perguntas

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Incline-se para frente ao ouvir perguntas

Manter a coluna reta é importante para transmitir vivacidade e interesse na conversa. No entanto, vale reclinar o corpo ligeiramente para a frente enquanto o entrevistador pergunta algo.

De acordo com Camargo, essa é uma forma simples de transmitir humildade, disposição e abertura para as demandas do outro.

Saia da sala de forma confiante

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Saia da sala de forma confiante

A conversa terminou? A dica de Allan e Barbara Pease é arrumar os seus pertences com calma: se você agir com pressa, pode dar a impressão de que quer "fugir" logo da situação.

Em seguida, basta apenas dar um aperto de mão no entrevistador, virar-se e sair. Se a porta estava fechada quando você entrou, é importante fechá-la ao abandonar o recinto - de preferência, olhando para o entrevistador e fechando o encontro com um último sorriso.

Fonte:  http://exame.abril.com.br//carreira/noticias/12-truques-de-linguagem-corporal-para-entrevistas-de-emprego/lista

O que é obrigatório e o que é desnecessário no seu currículo

Do indispensável ao totalmente dispensável, segundo especialistas

1/9 Flicker/Creative Commons/ italian voice/ filtro
currículo e caneta

São Paulo – Um currículo bem formatado, organizado e atualizado é o primeiro passo para impressionar um recrutador. Afinal, é este o documento que pode abrir ou fechar as portas da sala de entrevista de emprego. E esta decisão é tomada em segundos pelo entrevistador.

Segundo Rafael Souto da consultoria de carreira Produtive, o tempo que uma empresa contratante leva para avaliar as primeiras informações de um currículo é inferior a um minuto. 

Ou seja, um dado mal colocado pode aumentar o risco de eliminação no processo seletivo ou até mesmo levar o currículo, de cara, para o lixo.

Dos sete especialistas em recrutamento ouvidos por EXAME.com, todos afirmam que fotos e adjetivos (como carismático, proativo, entre outros) são irrelevantes. Cinco deles destacaram a importância de um objetivo claro e direto no início do documento.

Confira, nas fotos, as orientações sobre o que é desnecessário e o que é essencial no currículo.

Fellipe Virardi, gerente de recrutamento da Talenses

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Fellipe Virardi
 
O que não pode faltar: Experiência profissional em ordem cronológica – a mais recente sempre no topo. Passagens mais antigas não são tão relevantes. 
 
O que é totalmente dispensável: Foto. É extremamente desnecessário colocar fotografia no currículo - ao menos que seja solicitado.

Eduardo Saigh, consultor da Hays

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Eduardo Saigh
 
O que não pode faltar: Em caso de graduação completa é preciso inserir o nome da instituição de ensino e a cidade. Omitir, por não considerar uma universidade de ponta, passa uma imagem ruim. Nesse caso, o peso de uma pós ou um MBA é muito maior.
 
O que é totalmente dispensável: Características pessoais. Colocar essa percepção sobre si mesmo pode não condizer com a realidade e pode soar amadorismo. O perfil comportamental do candidato será comprovado por suas experiências profissionais e durante a entrevista. 

Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch

4/9 Marcos Ramos
Jacqueline Resch
 
O que não pode faltar: Atualização constante do grau de idioma. De tempos em tempos é importante que o candidato faça testes para avaliar a própria proficiência na língua estrangeira.
 
O que é totalmente dispensável: Incluir cursos em geral e graduação incompleta. 

Juliana Alvarez, gerente da Personnel Page

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Juliana Alvarez
 
O que não pode faltar: Mês e ano de permanência em cada empresa. Conhecer a estabilidade do candidato é de extrema relevância e omitir esse dado pode pegar muito mal. 
 
O que é totalmente dispensável: Pretensão salarial. Essa é uma informação que o recrutador pode vir a questionar, mas no currículo é irrelevante. 

Rafael Souto, presidente da Produtive

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Rafael Souto
 
O que não pode faltar: Resultados. Descrever os destaques que trouxe para a empresa é um ponto que pode valorizar muito o currículo. Projetos implementados, aumento nas vendas, lançamentos de produtos e participação em estudos são alguns exemplos.
 
O que é totalmente dispensável: Colocar vários cargos no objetivo é um pecado mortal e pode, definitivamente, eliminar o candidato de um processo. 

Denise Bojikian, especialista em RH do Vagas.com

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Denise Bojikian
 
O que não pode faltar: Fazer o exercício de pensar nas próprias realizações profissionais. O ideal é parar alguns dias para pensar nas experiências que já desenvolveu. Dessa forma, a redação sobre as atividades em cada empresa tende a ser mais sintética e verdadeira.
 
O que é totalmente dispensável: Referências profissionais. Não é recomendado e nem necessário colocar esse tipo de dado. Porém, é importante ter em mãos os nomes e telefones dos superiores ou subordinados caso a empresa solicite. 

Marcela Esteves, gerente de divisão da Robert Half

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Marcela Esteves
 
O que não pode faltar: Revisão gramatical. Tratando-se de um documento, a competência pode ser colocada em dúvida – por esse motivo deve ser elaborado com muita calma e atenção.
 
O que é totalmente dispensável: Trabalhos voluntários, crenças, hobby ou causas apoiadas pelo candidato. Essas são informações que só devem ser inseridas se tiverem relação direta com a vaga.


Fonte: http://exame.abril.com.br//carreira/noticias/o-que-e-obrigatorio-e-o-que-e-desnecessario-no-curriculo/lista

Currículos conforme sua personalidade e carreira

12 modelos de currículos para 6 fases da carreira

O currículo certo para cada momento de carreira

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currículo

São Paulo - Muita gente tem o hábito de apenas ir adicionando experiências profissionais e cursos no currículo, na medida em que vai crescendo na carreira e ganhando vivência profissional.

Mas não é bem isso que os especialistas recomendam. De acordo com eles, o ideal é reformular o currículo de acordo com a fase da trajetória. Isso porque os destaques no currículo mudam de acordo com o objetivo que ele tem naquele momento. 

E que dados ganham espaço e quais informações perdem importância em cada fase de carreira? É isso que EXAME.com investigou com as consultorias de recrutamento e seleção. 

Confira 12 opções de modelos de currículo e as dicas dos especialistas para 6 fases da vida profissional:

Para quem não tem experiência

2/8 Reprodução
modelo de currículo da Cia. de Talentos

Se você ainda está na faculdade ou terminou a graduação sem ter nenhuma experiência na área, a dica é analisar sua trajetória até agora e avaliar quais experiências poderiam contribuir para a oportunidade profissional em questão. 

De trabalhos voluntários, passando pela participação ativa em atividades acadêmicas como atlética, até cursos extracurriculares e viagens culturais – tudo pode ter sua vez no currículo. 

“Importante é trazer o perfil e as competências através de outras atividades que não as profissionais”, diz Maria Luiza Toledo, consultora da DMRH. De acordo com ela, o recrutador também vai investigar situações acadêmicas e até pessoais para ver como o jovem lida com desafios e mudanças.

Mas, atenção: só valem atividades que tenham relação direta com o trabalho em questão. 

“Precisa ter um aprendizado”, diz Bruna Dias, gerente de orientação de carreiras da Cia de Talentos. Listar só as disciplinas obrigatórias que você cursou também está fora de cogitação – todo recrutador sabe que cálculo faz parte do curso de engenharia, por exemplo. “O foco são as vivências que ele teve nesse momento acadêmico que se aproximam das experiências de mercado”, diz Maria Luiza.

Para quem quer ser trainee

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Modelo de currículo da Page Talent

A dica para cativar o recrutador do programa de trainee é simples: analise a fundo sua experiência até agora e mostre qual é o seu diferencial.

Neste sentido, além das atividades profissionais desempenhadas no passado, liste trabalhos voluntários e outras atividades que demonstrem que você tem espírito de equipe e potencial para liderança. O modelo disponibilizado pela Page Talent já traz espaço para colocar algumas destas atividades.

“A descrição do estágio deve ter consistência. O candidato deve falar quais eram as atribuições, as áreas em que atuou e descrever a abrangência de responsabilidade que teve”, afirma Lúcia Costa, diretora-geral da Mariaca|Career Star Group. 

Se a empresa não for tão conhecida, vale, em uma linha, descrevê-la com dados como setor de atuação, número de funcionários e faturamento. 

Para quem tem poucos anos de carreira

4/8 Reprodução
modelo de currículo da Mariaca

Na fase de analista, saem de cena as informações mais ligadas aos tempos de faculdade e ganham espaço dados mais relevantes da própria experiência do profissional. “No campo de experiência não cabe mais empresa júnior, nem diretório acadêmico, nem trabalho voluntário”, diz Maria Luiza Toledo, da DMRH.

“As pessoas pensam que conforme cresce na carreira, o currículo também deve aumentar”, diz Lúcia, da Mariaca. Na prática, a história não é bem assim: currículo bom é currículo curto – principalmente, nos primeiros anos de carreira. 

Deixe apenas o que, realmente, for relevante para você. Mas, cuidado para não tirar experiências essenciais – como a passagem por uma empresa. 

Na opinião de Monah Saleh, da Thomas Case & Associados, optar por colocar a área de atuação, sem especificar o cargo pretendido logo no começo do currículo pode ser uma boa ideia. “A experiência de analista sênior em uma grande empresa pode garantir uma posição de coordenador em uma empresa menor”, explica.

Para coordenadores

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Modelo de currículo da Thomas Case & Associados

Se você mira uma oportunidade de coordenação ou já atua num cargo do tipo, a dica é qualificar sua experiência como líder. Como? “Cite o número de pessoas da equipe que você liderou e escolha um adjetivo que a descreva, mas também remeta a você”, diz Lúcia, da Mariaca.

“Vale destacar as responsabilidades que ele teve como sucessor do gerente, porque muitas vezes ele pode já ter substituído em férias ou reuniões”, diz Monah Saleh, da Thomas Case.

Falar que liderou uma equipe multidisciplinar ou uma equipe de alto desempenho também pode revelar sua capacidade para lidar com diferentes culturas corporativas ou seu foco em resultado. 

Monah sugere que o profissional faça um resumo do seu perfil profissional logo no começo. 

Só não pode exagerar no tamanho.
 

E não vale escolher adjetivos vazios. Lembre-se que na hora da entrevista, você precisará ter condições para destrinchá-los com dados e fatos. 

Para gerentes e diretores

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Modelo de currículo da Thomas Case & Associados para diretores

Segundo Lúcia, da Mariaca, para profissionais em níveis executivos, o campo ‘objetivo’ deve sair de cena. No lugar, entra uma descrição curta da trajetória de carreira. Exemplo: “Gerente financeiro/ controller com experiência em multinacionais”.

Este posicionamento serve, digamos, como o título ou slogan do currículo. É a informação que irá, de cara, chamar a atenção do recrutador e, por isso, pode estar com uma fonte maior. 

Mas, para Monah, da Thomas Case, o objetivo pode continuar para os gerentes, e, pode ser trocado por target no caso de diretores fluentes em inglês.

A dica é fazer o resumo de qualificações práticas com foco nos detalhes do anúncio da oportunidade profissional em questão. “Aqui é onde você deve colocar o que gostaria que o recrutador soubesse mesmo se a informação aparece no final do currículo”, diz Lúcia. “Em 5 pontos é possível resumir os principais aspectos da trajetória de da experiência”, lembra Maria Luiza Toledo, da DMRH. 

A partir de então a regra é mostrar o tamanho da cadeira que você ocupou em cada uma das etapas da carreira. Porte da empresa, tamanho da equipe que liderou, a quem você reportava e principais resultados devem ser elencados. Neste momento da carreira, o currículo pode chegar a duas páginas. E, segundo Lúcia, todos os cargos de liderança devem ser devidamente destrinchados. 

Para presidentes

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modelo de currículo da Mariaca para presidentes

Ao chegar ao cume da trajetória profissional, presidentes de empresa só pelo próprio cargo, de certa forma, já se bancam, explica Lúcia. Por isso, o currículo se torna mais enxuto e ocupa até uma página. “Ele tem que mostrar quem é este presidente”, afirma a especialista.
Comece pelo posicionamento. Faça uma espécie de título ou slogan da sua experiência profissional. Depois, um resumo de qualificações. A trajetória profissional vem em seguida com uma lista de até quatro dados sobre a última passagem. A partir daí, a dica é diminuir o número de informações sobre cada experiência. Citar estágios e idade é opcional, diz Lúcia.

Fonte: http://exame.abril.com.br//carreira/noticias/12-modelos-de-curriculos-para-6-fases-da-carreira/lista

O que importa (ou não) nos candidatos, segundo recrutadores

O que chama a atenção dos recrutadores

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candidatos entrevista de emprego

São Paulo – O que importa mais: boas notas na faculdade ou identificação com a cultura da empresa? Entusiasmo conta mais pontos do que demonstrar sólido conhecimento da indústria ou segmento de atuação da empresa?

Pesquisa com mais de 1,4 mil recrutadores e profissionais da área de recursos humanos nos Estados Unidos pelo site de empregos Jobvite tratou destes e de outros temas, como presença e atitude nas redes sociais e a importância de títulos de graduação.

Confira, nas fotos, os temas que são mais e menos importantes durante o processo de recrutamento e os aspectos dos candidatos vistos como positivos ou negativos

Carta de apresentação

2/13 Patrick T. Fallon/Bloomberg
Mulher segura pasta com currículo e documentos em feira de empregos

Em uma escala de 1 a 5, sendo 5 muito importante, 63% dos recrutadores atribuem às cartas de apresentação - mais frequentes no mercado de trabalho norte-americano e europeu -  grau de importância 1 ou 2.

A média de notas na faculdade

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formatura
A sigla G.P.A (do inglês grade point average) refere-se à média das notas dos estudantes na universidade e é usada como instrumento de classificação e ranqueamento, sobretudo por instituições de ensino. No entanto, para 57% dos recrutadores, esta média é pouco importante, entre 1 e 2, na escala de importância de 1 a 5 apresentada pela pesquisa (em que 5 é muito importante).

Identificação com a cultura da empresa

4/13 Thinkstock
cultura organizacional
Para 88% dos recrutadores, a identificação de um candidato com a cultura organizacional é crucial, grau 4 ou 5 na escala de importância de 1 a 5 estabelecida pela pesquisa, sendo que 5 é muito importante. Na divisão por setor, o de hospitalidade é o que mais dá valor para este aspecto: 96% dos recrutadores classificaram a adaptabilidade à cultura organizacional entre 4 e 5 na escala.

Experiência prévia

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Pessoas trabalhando em empresa
A trajetória profissional de um candidato é muito importante para 87% dos recrutadores entrevistados, que classificaram o item entre 4 e 5 na escala de medição da pesquisa, sendo que 5 é muito importante.

Referências

6/13 Thinkstock
Gerência de relacionamento
As referências profissionais dos candidatos são importantes para 51% dos recrutadores entrevistados, que atribuíram grau de importância entre 4 e 5, na escala crescente de 1 a 5, definida pela pesquisa.

O levantamento mostra também que 78% dos recrutadores acreditam que as referências são fundamentais e efetivas para encontrar os melhores candidatos.

Habilidades na área de exatas, tecnologia e ciências

7/13 Vince Pettacio/Stock Exchange
Fórmula matemática
Para 48% dos recrutadores conhecimentos e habilidades nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática importam bastante, classificados entre 4 e 5, na escala de 1 a 5, sendo que 5 é muito importante.

Títulos de pós-graduação

8/13 diploma
diploma
São mais valorizados nos setores de educação e de saúde. Na área educacional, 52% dos recrutadores atribuem muita importância (grau 4 ou 5 na escala) aos títulos dos candidatos a oportunidades profissionais. Entre os recrutadores da área de saúde, 51% classificaram os títulos entre os graus 4 e 5.

Perfis nas redes sociais

9/13 Flickr/Creative Commons/Nan Palmero
Linkedin
Apenas 4% dos recrutadores entrevistados não utilizam as redes sociais como ferramentas no processo de seleção de candidatos. A pesquisa mostra também que 54% consideram as redes sociais as ferramentas mais efetivas na hora de encontrar bons candidatos.
 

O LinkedIn é a plataforma mais relevante, utilizada por 87% dos recrutadores. Facebook e Twitter são usados por 55% e 47% dos entrevistados.

Para candidatos da área de comunicação e marketing a presença social é ainda mais necessária. É que 33% dos recrutadores consideram negativa a ausência de perfis nas redes.

Atitude nas redes sociais

10/13 Rawpixel Ltd/Thinkstock
Computador e símbolos de internet (e-mail, redes sociais)
O comportamento virtual de um candidato pode ajudar durante um processo seletivo ou atrapalhar. Publicações com erros gramaticais são um dos fatores mais negativos, segundo a pesquisa. Prejudicam os candidatos, segundo 72% dos recrutadores.

Publicações que mostram consumo de álcool são negativas na opinião de 54% dos recrutadores. Uso de maconha também prejudica a imagem do candidato: 75% consideram negativo. Até  as selfies apareceram na pesquisa: 25% dos entrevistados consideram uma exposição negativa para o candidato, mas 75% enxergam de maneira neutra.

Engajamento em relação às questões atuais e publicações ligadas a voluntariado, por outro lado, são bastante apreciadas. Trabalho voluntário ou iniciativas de cunho social compartilhadas nas redes sociais são positivas para 75% dos recrutadores. Postagens relacionadas às notícias atuais, e com tom adequado, causam boa impressão, segundo 52% dos recrutadores.

Entrevistas de emprego e currículos

11/13 Thinkstock
entrevista de emprego currículo
Para 93% a melhor forma de avaliar um candidato é analisar o seu desempenho durante a entrevista de emprego. Os currículos também são fundamentais na avaliação, segundo 92% dos recrutadores entrevistados.

Os fatores que deixam uma boa impressão

12/13 Thinkstock
candidatos a entrevista de emprego
Para 87% o entusiasmo conta muitos pontos a favor da impressão deixada por um candidato após uma entrevista de emprego. Conhecimento da indústria foi citado por 85% dos recrutadores. Habilidades de comunicação também impressionam positivamente, segundo 79%. Pontualidade e aparência foram aspectos citados por 66% e 63%. Cumprimentos e aperto de mão fecham a lista, com 38% das respostas.

Fonte: http://exame.abril.com.br//carreira/noticias/o-que-importa-ou-nao-nos-candidatos-segundo-recrutadores/lista

10 modelos de currículo para todos os gostos e perfis

Currículos sob medida

1/13 Getty Images
Mulher segurando pasta com currículos

São Paulo - Um currículo bem feito pode ser o passaporte para a entrevista de emprego e, quem sabe, para a nova oportunidade profissional. Quando mal elaborado, a sina pode ser oposta a este cenário.

Para que você não peque, pelo menos, na estrutura desta espécie de cartão de visitas seletivo, EXAME.com selecionou 10 modelos de currículo e 1 carta de apresentação oferecidos gratuitamente pelo Office. 

Dos modelos selecionados, há formatos para todos os gostos: desde exemplos que focam nas habilidades até modelos para profissionais que seguiram carreira acadêmica. É só conferir as dicas de cada foto, baixar o modelo, adaptar ao seu contexto e completar com suas informações. 

Para quem teve várias promoções

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Modelo de currículo Office

O foco deste modelo é a evolução da sua carreira em cada empresa. Por isso, no campo de experiência profissional é importante destacar qual foi o cargo que você entrou na empresa e com qual fechou o contrato. Atenção para a área de habilidades e qualificações: seja o mais objetivo que puder. Quando possível, elenque dados numéricos que justifiquem cada item da sua lista de habilidades.

Para quem quer destacar habilidades (1)

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Modelo de currículo Office

O foco deste modelo de currículo são suas habilidades comportamentais – itens essenciais para crescer na carreira daqui para frente. Por conta disso, além de um campo inteiro dedicado às habilidades e competências, o exemplo traz também campos exclusivos para expor suas experiências em comunicação e liderança. 

Se essas habilidades não são tão relevantes assim para o cargo em questão ou para seu perfil profissional, altere o título dos campos para uma competência mais coerente com você. 

Aqui, a dica é elencar em minúcias exemplos providos de dados e fatos objetivos (nada de adjetivos vazios, por favor) que comprovem o seu diferencial. 

 

Para quem quer destacar habilidades (2)
4/13 Reprodução
Modelo de currículo Office

Outro meio para destacar suas habilidades (sem ser redundante) é descrevendo cada uma delas no próprio campo de habilidades e competências. Esta é a proposta deste modelo de currículo. 

Novamente, a dica é elencar em minúcias exemplos providos de dados e fatos objetivos que comprovem que você, realmente, detém tal competência. Fuja dos adjetivos vazios.

Para quem quer uma linha do tempo

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Modelo de currículo Office

A proposta deste modelo de currículo é a maneira como você preencheu sua carreira ao longo dos anos. Por isso, as datas vêm logo acima do título do cargo exercido ou do curso que você participou.

Dica: se a ideia é focar na cronologia, tenha isso em mente na hora de descrever seus cargos. Listar como você evoluiu em cada experiência, além de coerente com a proposta, dá uma noção mais objetiva e clara do seu perfil profissional. Por exemplo, se você atuou como gerente de vendas em determinada empresa, enumere o quanto a sua área cresceu no período que você esteve por lá. 

Se você escolher este modelo, baixe também o modelo de carta de apresentação cronológica que traz o mesmo design. 

 

Carta de apresentação cronológica

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Carta de apresentação do Office
Esta carta de apresentação é ideal para quem escolher o modelo de currículo que foca na cronologia. Com isso em mente, vale fazer uma rápida apresentação da sua trajetória profissional tendo em vista os últimos anos.
Lembre-se: a ideia não é apenas repetir o que já foi listado no currículo, mas sim contar uma história e fornecer algumas pistas a mais do seu perfil profissional. Veja mais dicas para fazer uma carta de apresentação instigante.


Se você escolher este modelo, baixe também o modelo de currículo cronológico que traz o mesmo design. 
 

Para quem é minimalista

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Modelo de currículo Office

Sem rodeios ou formato fora do padrão, este modelo de currículo vai direto ao ponto e é indicado para quem tem uma experiência profissional mais extensa. Mais objetivo, o formato praticamente exige que você descreva e elenque fatos e dados que demonstrem suas habilidades profissionais.

Atenção redobrada na hora de preencher o campo destinado a um resumo do perfil: fuja de adjetivos vazios ou frases de efeito. Apegue-se aos principais fatos que fizeram parte da sua carreira e mãos à obra.

Para quem tem um perfil acadêmico

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Modelo de currículo Office

Se você seguiu carreira acadêmica e detém um título de mestrado e/ou doutorado, este modelo currículo é o mais adequado. Além de prover um espaço para descrição da pesquisa no campo de educação, o formato também reserva um lugar apenas para listar a titulação conquistada.

Mas não é só isso. O modelo divide experiência ligada às atividades acadêmicas (como dar uma palestra ou publicação de um artigo) da experiência profissional propriamente dita. É válido para pesquisadores que pleiteiem uma vaga em centros científicos ou professores. 

Para quem precisa (ou quer) colocar foto

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Modelo de currículo Office

Já se foi o tempo em que uma foto do candidato era um item tão relevante quanto a formação acadêmica. Mas, em alguns setores e empresas, a imagem do aspirante à oportunidade profissional segue como exigência.

Este modelo é a resposta do Office a esta demanda e válido para empresas mais informais. 

Se a oportunidade em questão, é para uma companhia mais conservadora, troque o esquema de cores para a escala cinza ou preto. E atenção para a foto: nada de escolher uma imagem de viagem, como a ilustração do modelo. Quanto mais sisudo, melhor.

Para quem quer um design diferente (1)

10/13 Reprodução
Modelo de currículo Office

Apesar de seguir um formato tradicional, este modelo de currículo apresenta uma formatação moderna e que, dependendo do ramo de atuação, pode até impressionar. Com uma borda preta e vermelha, ele repete o mesmo esquema de cores no texto – cargo e formação educacional vêm em vermelho.

Para quem quer um design diferente (2)

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Modelo de currículo Office

O diferencial deste modelo está na maneira como os dados pessoais são apresentados – na vertical direita com um plano de fundo laranja. O único problema é que, se o recrutador não imprimir o currículo, ele terá que fazer contorcionismo para descobrir seu nome e telefone, por exemplo.
 

Para quem tem mais a falar

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Modelo de currículo Office

A vantagem deste modelo de currículo é que ele oferece mais campos do que os convencionais dados pessoais, objetivo, habilidades, formação e experiência. Previamente, ele já sugere um espaço para listar interesses e outros atributos. A decisão sobre que grupo de informações é mais interessante para o recrutador é responsabilidade do candidato.

Fonte: http://exame.abril.com.br//carreira/noticias/10-modelos-de-curriculo-para-todos-os-gostos-e-perfis/lista