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Entrevista para emprego ou pegadinha??

Como falar com Marte é uma das perguntas de entrevista de emprego no Google

Perguntas difíceis em entrevistas de emprego do Google

Quantos carros passam por uma ponte? Que pegadinha pregaria no seu chefe? Essas são algumas perguntas feitas por recrutadores em entrevistas de emprego do Google nos EUA, de acordo com o site "Business Insider". Clique nas fotos acima para ver alguns exemplos e o que elas pretendem avaliar, segundo Melina Graf, gerente de transição de carreira da Thomas Case & Associados, empresa de consultoria de gestão e planejamento de carreira Paul Sakuma/AP
 
Como construiria um sistema para se comunicar com uma colônia em Marte? Quantos carros passam por uma ponte em um dia? Quantos cortes de cabelo são feitos nos EUA em um ano? Essas perguntas podem parecer muito estranhas, mas é bom pensar sobre elas, caso sonhe em trabalhar para a gigante de tecnologia Google um dia. 

Elas foram postadas por funcionários na plataforma de avaliação de empregos Glassdoor e reunidas pelo site "Business Insider". Também é bom lembrar que essas perguntas costumam mudar muito. Então, se for fazer uma entrevista lá, esteja preparado para tudo.

"Essas perguntas são feitas geralmente em entrevistas de emprego de empresas inovadoras, com o perfil agressivo e que trabalham com a criatividade, como Google e Facebook", afirma Melina Graf, gerente de transição de carreira na Thomas Case & Associados, empresa de consultoria de gestão e planejamento de carreira.

Mas se você está preocupado porque não sabe as respostas, relaxe. "Eles não querem um número, mas o tipo de raciocínio que utiliza", afirma a gerente.

No caso do corte de cabelo, por exemplo, pode-se pensar em dados, mesmo que não tão precisos. Para elaborar uma estimativa, é possível pensar se há mais homens ou mulheres na população e qual desses grupos corta mais o cabelo, ou até mesmo a quantidade de pessoas carecas.

Segundo Melina Graf, também não há um modelo de resposta para as perguntas feitas em entrevistas. Elas servem para traçar um perfil do profissional. "O entrevistado nunca é avaliado por uma pergunta, mas pelo desempenho geral".

Fonte: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2015/05/15/como-falar-com-marte-e-uma-das-perguntas-de-entrevista-de-emprego-no-google.htm

Mais dicas de ouro para assumir novas vagas de emprego

Busque conhecimento


Reprodução
 

Em um mercado competitivo, nunca é bom abandonar por completo os estudos e o aprimoramento profissional. Isso é mais importante durante a crise. Quem está desempregado deve dividir o tempo entre procurar oportunidades e se aprimorar. E o orçamento apertado pode ser contornado.

"Hoje há muitas soluções disponíveis, cursos a distância, inclusive gratuitos, ou palestras", diz Richard Vinic.
 
Resch afirma que as redes sociais são outra forma de driblar a falta de dinheiro. "Pode buscar grupos de discussão em redes como o LinkedIn. É uma forma de se expôr [ao mercado] e entrar em contato com conhecimento". 

E isso ainda gera oportunidades de networking. "De repente, o palestrante ou seu colega de curso é um contratante", afirma Vinic.

Ative contatos e tenha cara de pau


Thinkstock


Uma boa rede de contatos deve ser cultivada ao longo da carreira, a todo momento. E é quando a situação aperta que ela pode gerar frutos.

Na hora de buscar um emprego, também é importante deixar um pouco do pudor de lado. 

"Ande com o currículo, não tenha vergonha, exponha-se. É preciso ter um pouco de cara de pau", afirma Vinic. "É uma questão de atitude. A competência comportamental é um fator para o sucesso. Às vezes me falta técnica, mas minha atitude chama atenção".

Abra o leque de opções


Thinkstock


Para Vinic, uma regra importante na carreira é não colocar todos os ovos na mesma cesta. Ou seja, não aposte tudo em uma oportunidade só. "Muitos colegas meus, que são professores, são profissionais do mercado".

Se está desempregado e um emprego com carteira assinada está difícil de aparecer, pode pensar em abrir o próprio negócio, ou oferecer consultoria, por exemplo.

"Conheci um jovem de RH que se mudou para o Rio e não encontrava emprego por causa do momento econômico. Por causa disso, inscreveu-se em um doutorado", conta Jacqueline Resch. "Logo depois, recebeu uma oferta de uma empresa à qual tinha se candidato há um tempo, mas aí ficou na dúvida se aceitaria. Um plano B pode até virar prioridade".

Fonte:  http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2015/04/02/esta-com-medo-da-crise-veja-o-que-fazer-em-um-mercado-de-trabalho-ruim.htm

Dicas para assumir as vagas abertas

Mantenha a auto-estima


Shutterstock

Segundo Vinic, a primeira dificuldade enfrentada por quem está desempregado é a confiança.

"É preciso cuidado com a questão emocional. Às vezes, a gente perde para nós mesmos", afirma. "Ao ver as notícias não favoráveis da economia, pode cair em um conformismo".

É importante lembrar que existem vagas abertas. A questão é encontrar uma posição para as suas competências.

Avalie seu trabalho


Stock Photo

Vale tanto para quem está em busca, quanto para quem está empregado e teme cortes. Com mais desempregados, a concorrência aumenta.

"As pessoas passam por ciclos.  Há momentos em que estamos investindo mais na vida profissional e em outros não", diz Jacqueline Resch. "Talvez o profissional, mesmo contratado, deva voltar a ficar atento e pensar em sua empregabilidade".

Reveja as avaliações de seus superiores, caso a empresa  tenha um processo formal de retorno. "A avaliação é um guia. Faz um retrato do desempenho e apresenta oportunidades de desenvolvimento", afirma Jacqueline Resch.

Fonte:  http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2015/04/02/esta-com-medo-da-crise-veja-o-que-fazer-em-um-mercado-de-trabalho-ruim.htm

Há Vagas

Está com medo da crise? 

Veja o que fazer em um mercado de trabalho ruim

 


Depois de um período com baixas taxas de desemprego -em que o Brasil atingiu o pleno emprego, segundo o governo- o mercado de trabalho dá sinais de fraqueza. 

De acordo com o IBGE, o desemprego em fevereiro chegou a 5,9%, crescendo tanto na comparação com janeiro, quanto com o mesmo mês de 2014. Em janeiro e fevereiro o país registrou corte de vagas formais, segundo dados do Caged (cadastro de empregados com carteira assinada, do Ministério do Trabalho).

O cenário pode assustar, mas crise econômica não significa que não haja contratações. 

"O que não se vê muito são vagas novas, de expansão de negócios. Mas vagas de substituição sempre vão existir", afirma Jacqueline Resch, sócia-diretora da empresa Resch RH, consultoria de recrutamento e seleção.

Essa também é a visão de Richard Vinic, coordenador da pós em marketing e vendas da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) e diretor da 2B, especializada em treinamento empresarial. 

"Dados que vêm das áreas de seleção mostram que há vagas em aberto. E não são poucas."

Segundo eles, é importante lembrar que contratação não depende só do mercado. 

"Um terço é fator externo, um terço é comportamento e um terço conhecimento", diz Vinic.

Fonte: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2015/04/02/esta-com-medo-da-crise-veja-o-que-fazer-em-um-mercado-de-trabalho-ruim.htm